Trabalhamos com criatividade e disciplina, com foco e abrangência para mapear as melhores oportunidades de investimento e antecipar tendências.

Dividimos com você, aqui, um pouco da forma Verde Asset Management de pensar.

“Posição do Brasil no ciclo econômico é muito favorável”

Matéria exclusiva com Daniel Leichsenring, para o Valor Econômico
Daniel Leichsenring: “Controle do gasto público permite que o Brasil tenha juros civilizados por um período prolongado”. Foto: Cláudio Belli/Valor Econômico

O economista-chefe da Verde Asset Management, Daniel Leichsenring, está otimista com as perspectivas para a demanda doméstica brasileira no restante deste ano e no próximo. Para ele, empresas e famílias já ajustaram o seu nível de endividamento, há sinais importantes de melhora do crédito, como se vê pelo aumento das operações no mercado de capitais e nos empréstimos bancários para pessoas físicas, e os juros deverão cair mais e permanecer em níveis baixos por um período prolongado.

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“Estamos otimistas com o ritmo da atividade econômica neste e no próximo ano.”

Por Gestão Verde AM

Relatório de Gestão do Fundo Verde – Junho/19

Após um período marcado por muito ruído, a reforma da previdência está em vias de ser aprovada. Vale lembrar que, mesmo com algumas desidratações já previstas em Plenário, o texto aprovado deve gerar economia duas vezes maior do que a versão final apresentada pelo governo anterior, até então vista com excelentes olhos por parte do mercado. Isso sem contar a economia esperada de ao menos R$ 200 bilhões com a MP 871 de combate às fraudes.

A partir de agora, as atenções se voltam para as perspectivas do crescimento do Brasil, tema recorrente em nossas cartas ao longo dos últimos meses. E não sem motivo: após cair quase 8% entre 2015 e 2016, o PIB cresceu a ritmo médio de 1,4% ao ano, ou apenas 0,5% quando considerados apenas os últimos quatro trimestres. A permanência desse cenário inviabiliza qualquer trajetória sustentável da dívida pública, mesmo com o endereçamento do problema previdenciário.

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Verde avança em fundo de previdência com Apple, Goldman, Google e mais 32 empresas

Matéria exclusiva com Luiz Parreiras e Luiz Godinho, para a Bloomberg

A Verde Asset Management está cortejando algumas das maiores empresas globais para o seu negócio crescente de previdência complementar.

Goldman Sachs, Morgan Stanley, Google, Apple, Netflix e outras 30 empresas estão oferecendo aos funcionários a opção de investir em fundo de previdência gerido pela Verde, segundo Luiz Ernesto Godinho, responsável pela área comercial da gestora.

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A mudança de framework do Fed

Por Daniel Leichsenring e Thomas Wu

O fim de 2018 passou por forte aperto das condições financeiras no mundo, e isso gerou uma reação dos bancos centrais, especialmente o Federal Reserve americano. A visão convencional é que o Fed está apenas reagindo à queda dos mercados, e em menor medida à desaceleração econômica. Ou seja, apenas uma mudança cíclica de postura. No entanto, vemos uma mudança estrutural mais profunda sendo discutida, que nossos economistas Thomas Wu e Daniel Leichsenring detalham a seguir.

Grande parte das discussões recentes no Fed dizem respeito a sua capacidade de reação na próxima recessão. Não que o Fed ache que a economia americana esteja na iminência de entrar em recessão. Ao contrário, em todas as comunicações oficiais do Fed, ou de seus membros, há uma explícita confiança no cenário. Porém, do ponto de vista de um policy maker, a estratégia de combate à próxima recessão tem que ser debatida e definida durante o período de “normalidade”, para que ela esteja pronta para ser implementada assim que a recessão chegar.

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Expansão dos EUA não vai morrer de velhice, diz gestor global da Verde, que está comprando bolsa americana

Matéria exclusiva com Artur Wichmann, para o portal Seu Dinheiro
Artur Wichmann, gestor de ações globais da Verde, está animado com uma mudança estrutural de paradigma trazida pela tecnologia, que deve mudar a nossa forma de investir

Ele é os olhos para fora do Verde, o mais famoso multimercados brasileiro. E está na contramão das preocupações com o fim de um ciclo positivo para a economia americana. Para Artur Wichmann, uma expansão não morre de velha: são necessários problemas, como excesso de alavancagem, de forma geral ausentes hoje no país.

Alheio às quedas recentes e apegado aos fundamentos, Wichmann mantém uma seleção de ações listadas na bolsa americana no portfólio, de olho no longo prazo: “A gente não acredita que vai haver uma queda muito clara de geração de caixa das empresas norte-americanas”, disse para mim em uma conversa exclusiva no escritório da Verde em São Paulo.

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Confira também a outra entrevista com Artur Wichmann sobre como os avanços tecnológicos devem mudar a forma de investir em ações no portal Seu dinheiro. Clique aqui.

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‘Brasil não aprendeu absolutamente nada com a crise econômica’

Matéria exclusiva com Daniel Leichsenring, para o jornal Valor Econômico
Daniel Leichsenring: “Brasil é uma sociedade que falhou retumbantemente em melhorar a perspectiva econômica”. Foto: Ana Paula Paiva/Valor Econômico

O Brasil não aprendeu “absolutamente nada” com a grave crise econômica que fez o PIB encolher 3,5% em 2015 e outros 3,5% em 2016, diz o economista-chefe da Verde Asset Management, Daniel Leichsenring. “Nós desperdiçamos uma crise e não conseguimos nem sequer tirar lições dela”, afirma ele, ao comentar as dificuldades que o próximo presidente deverá ter para tentar resolver o conflito distributivo. A sensação dominante parece ser a de que “o Estado vai prover tudo”, segundo Leichsenring.

O economista cita o caso da greve dos caminhoneiros, ocorrida em maio, que provocou desabastecimento, afetando a produção e o comércio. O que mais lhe chamou a atenção não foi a paralisação em si, mas o apoio de uma fatia enorme da população ao movimento – 87% dos entrevistados por pesquisa do Datafolha disseram concordar com a greve. “Isso é
absolutamente inacreditável. As pessoas foram afetadas no seu dia a dia, não conseguiram se locomover, tiveram desabastecimento, houve uma série de problemas e ainda assim a população apoia”, afirma ele. “O ambiente no país está tão inóspito que as pessoas aprovam qualquer coisa que na cabeça delas signifique algum tipo de demonstração contra o governo, contra o establishment.”

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Stuhlberger: sem risco eleitoral, dólar custaria R$ 3,70 e juros futuros estariam perto de 10%

Matéria exclusiva com Luis Stuhlberger, para o portal Seu Dinheiro
Se convergirmos para uma situação normal de temperatura e pressão, em que os fundamentos da economia predominam sobre o estresse político, é para aí que os dois ativos deveriam caminhar. Foto: Murillo Constantino/Seu Dinheiro

Até mesmo Luis Stuhlberger, gestor do renomado fundo Verde, levou uma rasteira do dólar em 2018 – logo no ativo em que o gestor mais ganhou dinheiro ao longo de sua história. Na carta de abril, a equipe estimava que a moeda americana ficaria até agosto por volta de R$ 3,30 a R$ 3,60. O mês fechou, entretanto, com dólar acima de R$ 4.

Cenário eleitoral à parte, considerados os fundamentos da economia, onde estariam os juros e o câmbio? E onde eles devem estar estruturalmente? Para o gestor do Verde, em patamares menos estressados, segundo disse nesta conversa com o Seu Dinheiro.

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Stuhlberger está comprando NTN-Bs e ações brasileiras. O que o gestor do Verde diria se fosse Eric Clapton?

Matéria exclusiva com Luis Stuhlberger, para o portal Seu Dinheiro
Luis Stuhlberger, gestor do fundo Verde: “Tem coisa ruim demais refletida nos preços de hoje”. Foto: Murillo Constantino/Seu Dinheiro

I still do” – é o nome do álbum mais recente de Eric Clapton, que ele lançou aos 71 anos. Luis Stuhlberger é um fã. O gestor do famoso fundo Verde esteve no show do Hyde Park, em Londres, em julho, e gravou no celular seu momento favorito: a melancólica “Wonderful Tonight“.

Não têm sido tempos fáceis para o deus brasileiro da gestão. Stuhlberger se martiriza pelos 4 pontos percentuais de retorno que deixou na mesa por ter carregado, ao longo do ano passado, a tese de fortalecimento do dólar e desvalorização da moeda chinesa. “Foi das coisas mais tristes que eu passei na vida como gestor”, disse para mim em meio a uma conversa de duas horas.

As teses se realizaram. Em 2018. “Neste ano, tudo que eu previ aconteceu e eu não tinha mais a porra da posição”.

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1ª Edição do Verde Day

Por Artur Wichmann e Daniel Leichsenring

No dia 30 de agosto aconteceu a 1ª Edição do Verde Day. Evento idealizado há tempos com o objetivo de compartilhar o conhecimento gerado e acessado pela Verde AM no seu dia-a-dia de gestão dos fundos.

Foi uma manhã de painéis muito interessantes, em que nosso time de gestão e palestrantes externos discorreram sobre assuntos que estão no centro das teses de construção de portfólio na Verde.

Claudio Lottenberg, presidente do grupo UnitedHealth no Brasil, abordou a questão da saúde e seus principais desafios. David Veléz, CEO do Nubank, uma das mais inovadoras e bem-sucedidas fintechs no Brasil, falou sobre inovação e a trajetória da empresa. O Professor Marco Aurelio Ruediger, Diretor de Análise de Políticas Públicas da FGV, observou o impacto da mídia social nas eleições e concluímos com o Presidente Fernando Henrique Cardoso apresentando sua visão sobre política no Brasil e mundo.

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‘Está difícil ser pessimista com o Brasil’, diz o gestor da estratégia multimercado Luiz Parreiras

Matéria exclusiva com Luiz Parreiras, para o jornal Estadão
“Nossa visão de longo prazo é mais cética. Para crescer mais de 2,5% ao ano por um período longo, é preciso fazer reformas”. Foto: Hélvio Romero/Estadão

Uma mudança de diagnóstico sobre a economia brasileira provocou uma guinada na Verde Asset Management, que tem R$ 33 bilhões em ativos sob gestão. A gestora, que expôs, nos últimos anos, uma visão negativa sobre ativos domésticos a partir de declarações do sócio fundador Luis Stuhlberger, está, agora, otimista com o cenário econômico para o Brasil, ao menos de curto prazo. “Está difícil construir um argumento muito pessimista em relação ao crescimento do País hoje”, disse o estrategista da gestora, Luiz Parreiras.

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