Trabalhamos com criatividade e disciplina, com foco e abrangência para mapear as melhores oportunidades de investimento e antecipar tendências.

Dividimos com você, aqui, um pouco da forma Verde Asset Management de pensar.

‘Brexit’ deve pressionar moedas emergentes

Trecho da entrevista com Artur Wichmann, entre outros gestores, para o jornal Valor Econômico
Foto: Luis Ushirobira/ValorArtur Wichmann, da Verde Asset: risco de que a saída do Reino Unido abra precedente para outros países deixarem a UE. Foto: Luis Ushirobira/Valor.

A possibilidade de saída do Reino Unido da União Europeia, a ser decidida em referendo marcado para o próximo dia 23, poderá trazer um cenário menos favorável para moedas emergentes como o real, ao aumentar a aversão global ao risco, o que limitaria um efeito positivo do processo de alta mais gradual dos juros nos Estados Unidos.

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Gestores veem cenário menos favorável para emergentes

Trecho da entrevista com Artur Wichmann, entre outros gestores, para o jornal Valor Econômico
Foto: Luis Ushirobira/Valor Wichmann, da Verde Asset: com economia dos EUA forte, Fed deve subir juros. Foto: Luis Ushirobira/Valor

Para Artur Wichmann, gestor de fundos globais da Verde Asset, a tendência do dólar forte no médio e longo prazos, sustentada pela diferença de política monetária dos Estados Unidos e taxas negativas na Europa e no Japão, não mudou. “A economia americana está próxima do pleno emprego e com um hiato do produto quase zero, o que deve levar o Fed a subir os juros neste ano”, diz Wichmann, que vê a possibilidade de duas a três altas de juros nos EUA em 2016.

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Gestores reduzem fatia aplicada em dólar no portfólio

Trecho da entrevista com Luiz Parreiras, entre outros gestores, para o jornal Valor Econômico
Foto: Valor EconômicoParreiras, da Verde: portfólio reflete novo cenário-base, de mudança no governo. Foto: Valor

Os dois mais renomados gestores de multimercados brasileiros, Verde e SPX, reduziram de forma significativa a posição em dólar em relação ao real nas últimas semanas. O Verde, que tinha 25% do patrimônio na moeda americana no começo do ano e chegou a ter mais de 50% em 2015, acaba de levar essa fatia a 20%. O Valor apurou que também a SPX, que chegou a dedicar 40% do risco do fundo às posições que ganhavam com a alta do dólar, reduziu a cerca de 15%, e não opera mais contra o real, somente nos negócios de dólar versus outras moedas.

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Investidor teme descontrole da dívida pública

Trecho da entrevista com Daniel Leichsenring entre outros economistas para o jornal O Estado de S. Paulo

Gastos em alta, receitas em queda, esqueletos se acumulando e falta de coordenação política minam a confiança.

O cerne do desarranjo que hoje se vê na economia nacional está na falta de confiança dos investidores de que o Planalto tem musculatura política e bom senso econômico para tirar o País da recessão.

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Luis Stuhlberger: Melhor Estrategista para Multimercados

Trecho da matéria sobre o Troféu Benchmark 2015 da revista Investidor Institucional

Um dos mais reconhecidos e respeitados gestores do mercado brasileiro, Luis Stuhlberger, responsável pelo fundo multimercado Verde, que nasceu em 1997, e que desde 2015 também dá nome à asset resultante da cisão com o Credit Suisse Hedging-Griffo, começa a ver oportunidades de entrada na bolsa brasileira. Diante do atual patamar no qual se encontra, próxima aos 40 mil pontos, após anos seguidos de perdas, o gestor volta a analisar oportunidades em empresas específicas.

Matéria completa publicada na edição 278 da revista Investidor Institucional, em Fevereiro/2016.

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Stuhlberger: no fundo do poço tem um alçapão

Trecho da entrevista com Luis Stuhlberger para o jornal Valor Econômico
Stuhlberger, da Verde Asset: "Eu tinha um big, big short em Petrobras, muito grande, que zerei na queda grande que teve". Foto: Anna Carolina Negri/Valor. Stuhlberger, da Verde Asset: “Eu tinha um big, big short em Petrobras, muito grande, que zerei na queda grande que teve”. Foto: Anna Carolina Negri/Valor.

Há fundamento para que os ativos brasileiros fiquem ainda mais baratos. “Por enquanto estamos no buraco, não caímos no alçapão.” Essa é a convicção do mais renomado gestor de recursos brasileiro, Luis Stuhlberger, no comando do fundo Verde. O otimismo do investidor estrangeiro, entretanto, sustenta as cotações, e impede a decisão imediata de montar uma grande posição vendida em Brasil. É por conta do fluxo de recursos de fora que falta coragem ao gestor, como ele mesmo descreve, para partir, pelo menos por ora, para o que chama de “Big Short”, em alusão ao título em inglês do filme em cartaz nos cinemas brasileiros como “A Grande Aposta”.

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Gestor do fundo Verde compra NTN-Bs para 2019

Trecho da entrevista com Luis Stuhlberger para o jornal Valor Econômico

Mesmo pessimista com o futuro que se desenha para a economia brasileira e diante da falta de credibilidade do governo, Luis Stuhlberger, à frente do Verde, um dos mais bem-sucedidos fundos de investimentos do país, prefere dar um crédito às NTN-Bs, títulos públicos que pagam uma taxa prefixada mais variação da inflação, a aplicar o caixa em CDI, juro interbancário de um dia. Mas são vencimentos curtos, ressalva o gestor. E a ideia é carregar. “Não tive coragem de ir para a 2050”, disse em entrevista exclusiva ao Valor.

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Para Stuhlberger, câmbio está em nível errado

Trecho da matéria do jornal Valor Econômico sobre o Relatório de Gestão de Novembro/2015 do Fundo Verde

Stuhlberger, da Verde Asset, vê com perplexidade otimismo do estrangeiro. Foto: Valor

O gestor do fundo Verde, Luis Stuhlberger, famoso pela capacidade de acertar os movimentos do dólar, que poucos ousam estimar, acredita que o câmbio está no nível errado, mas que ainda não é o momento de aumentar a posição na moeda americana. “Haverá a hora certa de voltar a ter exposição muito mais alta em dólar, só não parece imediatamente… Permanecemos muito atentos”, escreveu o gestor no relatório referente a novembro. Hoje o dólar é uma das principais posições do fundo Verde, com 20% do patrimônio, boa parte investida em ações no exterior, segundo a carta do gestor.

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Para ler o relatório de gestão de Novembro/2015 do Fundo Verde, clique aqui.

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Tempero nipônico no portfólio

Trecho da entrevista com Luiz Parreiras – entre outros gestores do mercado – para o jornal Valor Econômico

Gestores brasileiros, confiantes nas políticas do primeiro-ministro Shinzo Abe, aumentam presença japonesa em fundos para investidor local.

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Brazil Hedge Fund Star Looks Elsewhere for His Next Big Bet

Trecho da matéria — em inglês — sobre Luis Stuhlberger no jornal The New York Times

Luis-NYT

Luis Stuhlberger’s Brazilian hedge fund has had an astonishing run — even in the face of his country’s sinking economy.

But he has grown increasingly bearish about the economic outlook for Brazil, and he is no longer placing most of his bets here, deciding to look elsewhere for investment opportunities.

Para ler a matéria na íntegra, em inglês, clique aqui.

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