Trabalhamos com criatividade e disciplina, com foco e abrangência para mapear as melhores oportunidades de investimento e antecipar tendências.

Dividimos com você, aqui, um pouco da forma Verde Asset Management de pensar.

Para Stuhlberger, câmbio está em nível errado

Trecho da matéria do jornal Valor Econômico sobre o Relatório de Gestão de Novembro/2015 do Fundo Verde

Stuhlberger, da Verde Asset, vê com perplexidade otimismo do estrangeiro. Foto: Valor

O gestor do fundo Verde, Luis Stuhlberger, famoso pela capacidade de acertar os movimentos do dólar, que poucos ousam estimar, acredita que o câmbio está no nível errado, mas que ainda não é o momento de aumentar a posição na moeda americana. “Haverá a hora certa de voltar a ter exposição muito mais alta em dólar, só não parece imediatamente… Permanecemos muito atentos”, escreveu o gestor no relatório referente a novembro. Hoje o dólar é uma das principais posições do fundo Verde, com 20% do patrimônio, boa parte investida em ações no exterior, segundo a carta do gestor.

Para ler a matéria na íntegra, clique aqui.

Para ler o relatório de gestão de Novembro/2015 do Fundo Verde, clique aqui.

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Tempero nipônico no portfólio

Trecho da entrevista com Luiz Parreiras – entre outros gestores do mercado – para o jornal Valor Econômico

Gestores brasileiros, confiantes nas políticas do primeiro-ministro Shinzo Abe, aumentam presença japonesa em fundos para investidor local.

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Brazil Hedge Fund Star Looks Elsewhere for His Next Big Bet

Trecho da matéria — em inglês — sobre Luis Stuhlberger no jornal The New York Times

Luis-NYT

Luis Stuhlberger’s Brazilian hedge fund has had an astonishing run — even in the face of his country’s sinking economy.

But he has grown increasingly bearish about the economic outlook for Brazil, and he is no longer placing most of his bets here, deciding to look elsewhere for investment opportunities.

Para ler a matéria na íntegra, em inglês, clique aqui.

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Medindo a recessão no Brasil e a retomada: nunca antes…

Por Daniel Leichsenring

Que o cenário doméstico anda complicado, é chover no molhado. Mas quão complicado? Essa já é uma questão mais interessante. Com essa pergunta na cabeça, fomos aos dados. O IPEA Data disponibiliza dados de crescimento do PIB desde 1901. Evidentemente, a qualidade dos dados vem melhorando com o passar dos anos, de acordo com o avanço da metodologia, mas para efeito de comparação, esses dados são o melhor ponto de partida.

Desde 1901, houve 8 ocasiões em que o PIB teve queda real acima de 1% em relação ao período anterior: 1908, 1914, 1918, 1930, 1942, 1981, 1990, 2015. Em alguns desses casos, a recessão se prolongou por mais de um ano, não necessariamente consecutivos, como na crise de 29 e na moratória dos anos 80.

Como a crise atual se compara em perspectiva histórica? A figura 1 traz uma comparação das performances do PIB nos diferentes episódios de recessão no Brasil. Apenas para não poluir, foram excluídas as recessões de 1914 e de 1918, por terem sido muito rápidas e revertidas já no ano seguinte. Como regra, começamos a acompanhar os dados 3 anos antes do pior momento de cada ciclo econômico, para ver o tamanho da queda da atividade até o período t (o ano em que o PIB real foi o mínimo local), e a sua posterior retomada, até 3 anos depois. No episódio atual, estamos assumindo que o ano de 2016 marcará o pior momento da atividade, o que é o consenso hoje.

Para 2015 e 2016, estamos assumindo a nossa projeção de PIB atual (-3,8% e -2,5%, respectivamente). Para 2017, 2018 e 2019, assumimos a projeção de consenso do relatório Focus (+1%, +1,9% e +2%, respectivamente).

Com este desempenho, a recessão atual não encontra paralelo na história do Brasil Republicano. Entre 2014 e 2016, o PIB terá recuado mais de 6%, quase 2% abaixo do observado na recessão mais severa até então — a da crise de 1929. O pior, no entanto, é o que segue: a retomada, segundo a projeção de consenso, será muito mais lenta do que em qualquer episódio de recessão no Brasil, bem mais letárgica do que a retomada pós-Plano Collor, de 1990.

Figura1

Fonte: IBGE, Verde AM

 

Em parte, pode-se advogar que as projeções do consenso estão excessivamente pessimistas e que, portanto, a realidade pode se provar significativamente menos negativa do que se espera hoje. Por outro lado, com os problemas fiscais se amontoando, e sem qualquer perspectiva concreta de resolução, pode-se argumentar que o pior está ainda por vir.

Colocando a questão em outra perspectiva, segue um gráfico que mostra a trajetória atual em relação àquela que seria possível caso o Brasil tivesse mantido uma taxa de crescimento parecida com a média de longo prazo, a partir de 2014.

Figura2

Fonte: IBGE, Verde AM

 

Como explicar essa performance? Talvez a melhor estratégia seja dar um passo atrás e reconhecer que a atividade econômica vinha sendo segurada na base de: (i) um volume extremo de intervenção estatal, via expansão fiscal e monetária, crédito subsidiado via bancos públicos; (ii) do dirigismo das empresas estatais para aumentar o investimento às custas de endividamento; (iii) dos subsídios crescentes de energia (elétrica e combustíveis); (iv) dos protecionismos de toda a sorte; (v) das reduções de impostos para setores selecionados pelo governo; e, (vi) dos inúmeros programas de endividamento das famílias. Enfim, um conjunto amplo de irresponsabilidades que se convencionou chamar de “nova matriz econômica”.

No fundo, o país vinha vivendo além de suas possibilidades, e, uma vez retirada a sustentação da demanda agregada, a economia voltou para ao patamar de equilíbrio que teria prevalecido, bem mais baixo. Isso sugere que havia um PIB artificial, uma bolha de demanda, que foi efetivamente estourada.

A figura 3 mostra uma evolução do PIB em número índice na linha roxa. A linha tracejada mostra a tendência de 1999 até o pior momento deste ciclo, em 2016. O interessante do gráfico é que o PIB ficou de 2006 até 2015 acima dessa tendência de longo prazo, e agora convergiu.

Voltando um pouco a fita, além da “nova matriz econômica”, temos que o super-ciclo de commodities, China, ampliação do crédito no Brasil, formalização de mão de obra contribuíram para sustentar um PIB acima do possível. Agora que essas forças se foram, ficou apenas a dor do ajuste, e a necessidade de consolidação fiscal para reparar os erros cometidos no passado. Se esta premissa estiver correta, perdeu-se PIB de maneira definitiva, não haverá retomada cíclica relevante, em linha com a figura 1, e a consolidação fiscal será bem mais complicada do que se imagina, porque não haverá ganhos de arrecadação extraordinários vindos da retomada. Será a hora de olhar para o gasto. Sem cortes de gastos de maneira estrutural, o caminho será o da dominância fiscal, que ficará para o próximo post.

Figura3

Fonte: IBGE, Verde AM

 

Por fim, a figura 4, abaixo, tenta jogar um pouco de luz nos motivos pelos quais o Brasil experimentou uma taxa de crescimento bem mais forte do que a tendência de mais longo prazo de 2005 a 2013.

O gráfico foi construído da seguinte maneira: o “PIB imaginário” é a diferença entre o PIB efetivo e a tendência (da figura 3), na escala da esquerda, em número índice. Os termos de troca estão na escala da direita, e a medida é a diferença entre o termo de troca médio do ano e a média do período inteiro de 1999 a 2016. Para 2016, apenas extrapolamos o último valor.

Figura4

Fonte: IBGE, Verde AM

 

A conclusão óbvia da Figura 3 é que: O PIB foi muito mais forte de 2005 a 2013 justamente quando os termos de troca foram excepcionalmente favoráveis. Quando os termos de troca pioraram, de volta para média do período, o crescimento voltou para a tendência de longo prazo. Evidentemente, não queremos argumentar que foi apenas o quadro externo, mas boa parte do cenário doméstico melhorou por causa do impulso inicial vindo de fora (a restrição externa diminuiu, o Brasil passou a exportar commodities muito mais caras em US$, a dívida externa do governo foi zerada pelo acúmulo de reservas, os riscos diminuíram, o câmbio se valorizou e a inflação baixou, a taxa de juros pôde cair, o crédito avançou de maneira relevante, o consumo se propagou e o mercado de trabalho se beneficiou).

O leitor atento poderia indagar, portanto, que nada da piora recente teria a ver com a “nova matriz”, mas que seria apenas fruto da virada do ciclo global. Como conciliar essas duas visões? Elas são uma aparente contradição, no seguinte sentido. A nova matriz e toda a intervenção estatal na economia de fato não conseguiram gerar nem um centésimo de crescimento, dado que não havia capacidade de oferta neste período. Havia uma clara restrição de oferta. Desta maneira, toda a intervenção de estímulo à demanda se traduziu num vazamento extraordinariamente forte para fora (déficit em conta-corrente) e para dentro, via aumento da inflação e do déficit fiscal. Ambos foram devidamente escamoteados até depois das eleições.

Para frente, a se basear na nossa própria perspectiva histórica, a “nova matriz” permanecerá fazendo a vítima padrão: a produtividade da economia. Neste sentido, o que muito provavelmente observaremos como consequência é justamente a diminuição da própria tendência de crescimento (a linha tracejada da figura 3).

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Verde Asset, de Stuhlberger, reduz tíquete de fundos globais

Trecho da entrevista com Luiz Godinho para o jornal Valor Econômico

Os fundos que investem no exterior da gestora Verde Asset, de Luis Stuhlberger, vão ter aplicação mínima menor […] A aplicação mínima será reduzida do atual R$ 1 milhão para R$ 500 mil, na esteira das instruções nº 554 e 555 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que entraram em vigor em outubro.

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Verde lidera em ações no exterior

Trecho da matéria publicada na revista Investidor Institucional

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Entre as novidades, a Verde Asset aparece nesta edição do Top Asset pela primeira vez com dados segregados da CSHG – Credit Suisse Hedging Griffo. Já em sua estreia, a Verde aparece na liderança da categoria de ações no exterior, com R$ 8,7 bilhões, e participação de 26,3%, bem à frente do segundo colocado, o HSBC, com R$ 1,1 bilhão, e participação de 1,3%.

A gestora de Luis Stuhlberger se beneficiou da base de clientes construída quando ainda estava dentro da CSHG Hedging-Griffo. “A estratégia internacional da Verde não é um processo novo, temos investido em pesquisa, equipe e tecnologia há mais de dez anos”, conta Artur Wichmann, gestor dos fundos globais da asset. “Com a boa performance do S&P nos últimos anos virou moda investir no exterior, mas já fazemos isso há muito tempo, diz Wichmann.

Entrevista completa publicada na edição 273 da revista Investidor Institucional, em Agosto/2015.

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Sociedade não está pronta para caber no orçamento

Trecho da entrevista de Daniel Leichsenring para o jornal Valor Econômico

Daniel Leichsenring, da Verde: “Ano que vem não tem mais gasto para cortar. Se não elevar imposto, o déficit explode.” Foto: Luis Ushirobira/Valor

Há dois anos, quando o déficit nominal do setor público estava ao redor de 3% do Produto Interno Bruto (PIB), o economista-chefe da Verde Asset Management, Daniel Leichsenring, surpreendia ao indicar que esse déficit caminhava para os 6%. Hoje, diante de um déficit de 8,12% em 12 meses até junho, Leichsenring surpreende novamente: “A conclusão é que a gente esteve excessivamente otimista nos últimos anos porque a realidade era muito pior”, diz ele, meio brincando, meio a sério.

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Gestora de Stuhlberger abre irmão temporão do Verde

Trecho da entrevista com Luiz Parreiras para o jornal Valor Econômico

Parreiras, estrategista do Verde: "A flexibilidade da alocação dinâmica em dólar é o grande diferencial do Horizonte"

Parreiras, estrategista do Verde: “A flexibilidade da alocação dinâmica em dólar é o grande diferencial do Horizonte”. Foto: Luis Ushirobira/Valor

O fundo Verde já não é mais o único do mercado a se aproveitar da experiência da equipe de Luis Stuhlberger em renda fixa brasileira. Treze anos depois de o multimercado brasileiro mais famoso ter sido fechado para novas aplicações, a Verde Asset lança o Horizonte, com muitas características do primeiro filho, porém com ativos mais líquidos. A fama do gestor reflete-se no interesse dos investidores. Aberto para captação sem qualquer alarde desde abril, o fundo acaba de ultrapassar R$ 1 bilhão em patrimônio.

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Juro real alcança maior nível desde 2008

Trecho da entrevista com Fernando Genta para o jornal Valor Econômico

Silvia Constanti/Valor

Foto: Silvia Constanti/Valor

 

Desde a retomada do ciclo de aperto monetário em outubro do ano passado, o juro real subiu de 5,39% para 7,65%, maior nível desde dezembro de 2008. Essa taxa, obtida pela diferença entre o contrato de “swap” com prazo de 360 dias e o IPCA projetado doze meses à frente, está acima do ponto chamado de “neutro” — aquele que permite que a economia cresça de acordo com seu potencial sem gerar pressões inflacionárias.

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Gestores de valor dão crédito ao setor financeiro

Trecho da entrevista com Pedro Sales para a Revista ValorInveste

Foto: Claudio Belli/Valor

Foto: Claudio Belli/Valor

 

Enquanto a maior parte do mercado põe em xeque as ações do setor financeiro, os gestores de valor dão mais um voto de confiança a elas. Dentre 15 teses defendidas por eles no 8º Congresso Value Investing Brasil, na semana passada, o segmento foi o que mais concentrou indicações – quatro, sendo duas para Itaú e duas para Cetip.

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