Trabalhamos com criatividade e disciplina, com foco e abrangência para mapear as melhores oportunidades de investimento e antecipar tendências.

Dividimos com você, aqui, um pouco da forma Verde Asset Management de pensar.

Bolhas em formação no mercado já preocupam

Matéria com Artur Wichmann, entre outros gestores, para o jornal Valor Econômico
Artur Wichmann, da Verde Asset: há euforia com ações dos setores elétrico, telecom e consumo básico nos EUA. Foto: Luis Ushirobira/Valor

Sinais firmes de bolha em mercados como o de títulos soberanos globais, empréstimos corporativos chineses e também na bolsa americana tiram o sono de analistas e gestores de recursos que, no entanto, não veem mudanças imediatas no cenário de liquidez atual. Em um ou dois anos, contudo, quando os juros começarem a subir, a percepção geral é que o estrago está encomendado e pode ser amplo, atingindo com mais força economias que precisam de reformas importantes para absorver choques externos, como o Brasil.

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Alerta para bolhas globais

Trecho da entrevista com Artur Wichmann, entre outros gestores, para a edição 285 da revista Investidor Institucional

Gestores admitem indícios de exageros no mercado global de renda variável gerados pelas taxas de juros negativas dos bancos centrais.

O mercado global de renda variável pode estar caminhando para a formação de bolhas em alguns segmentos específicos – o S&P 500 encontra-se próximo de suas máximas históricas – como resultado das politicas monetárias heterodoxas adotadas pelos principais bancos centrais globais nos últimos anos, alertam gestores de recursos especializados na classe de ativo. A Verde Asset avalia que há evidências de pequenas bolhas localizadas se formando, principalmente em setores tradicionalmente defensivos dos mercados globais de ações. “O nosso maior desconforto não é nem de perto com o mercado de renda variável no exterior. Nosso maior desconforto é com o que está acontecendo com o mercado global de renda fixa”, afirma Artur Wichmann, gestor responsável pela estratégia global da Verde Asset.

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Crise de bancos europeus ainda não atingiu fundo do poço

Trecho da entrevista com Artur Wichmann, entre outros gestores, para o jornal Valor Econômico

O derretimento do valor de mercado de grandes bancos europeus, com ações chegando a perder até 79% neste ano, veio para ficar. Pelo menos, no médio prazo. Segundo gestores e economistas, o cenário para o setor na região conjuga tantas variáveis adversas que torna quase impossível determinar um horizonte para o início de uma recuperação.

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‘Brexit’ deve pressionar moedas emergentes

Trecho da entrevista com Artur Wichmann, entre outros gestores, para o jornal Valor Econômico
Foto: Luis Ushirobira/ValorArtur Wichmann, da Verde Asset: risco de que a saída do Reino Unido abra precedente para outros países deixarem a UE. Foto: Luis Ushirobira/Valor.

A possibilidade de saída do Reino Unido da União Europeia, a ser decidida em referendo marcado para o próximo dia 23, poderá trazer um cenário menos favorável para moedas emergentes como o real, ao aumentar a aversão global ao risco, o que limitaria um efeito positivo do processo de alta mais gradual dos juros nos Estados Unidos.

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Gestores veem cenário menos favorável para emergentes

Trecho da entrevista com Artur Wichmann, entre outros gestores, para o jornal Valor Econômico
Foto: Luis Ushirobira/Valor Wichmann, da Verde Asset: com economia dos EUA forte, Fed deve subir juros. Foto: Luis Ushirobira/Valor

Para Artur Wichmann, gestor de fundos globais da Verde Asset, a tendência do dólar forte no médio e longo prazos, sustentada pela diferença de política monetária dos Estados Unidos e taxas negativas na Europa e no Japão, não mudou. “A economia americana está próxima do pleno emprego e com um hiato do produto quase zero, o que deve levar o Fed a subir os juros neste ano”, diz Wichmann, que vê a possibilidade de duas a três altas de juros nos EUA em 2016.

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Verde lidera em ações no exterior

Trecho da matéria publicada na revista Investidor Institucional

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Entre as novidades, a Verde Asset aparece nesta edição do Top Asset pela primeira vez com dados segregados da CSHG – Credit Suisse Hedging Griffo. Já em sua estreia, a Verde aparece na liderança da categoria de ações no exterior, com R$ 8,7 bilhões, e participação de 26,3%, bem à frente do segundo colocado, o HSBC, com R$ 1,1 bilhão, e participação de 1,3%.

A gestora de Luis Stuhlberger se beneficiou da base de clientes construída quando ainda estava dentro da CSHG Hedging-Griffo. “A estratégia internacional da Verde não é um processo novo, temos investido em pesquisa, equipe e tecnologia há mais de dez anos”, conta Artur Wichmann, gestor dos fundos globais da asset. “Com a boa performance do S&P nos últimos anos virou moda investir no exterior, mas já fazemos isso há muito tempo, diz Wichmann.

Entrevista completa publicada na edição 273 da revista Investidor Institucional, em Agosto/2015.

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Verde Asset tenta atrair fundos de pensão

Trecho da entrevista com Artur Wichmann, Pedro Sales e Luiz Godinho para o jornal O Estado de S. Paulo

Com produtos na prateleira abertos para captação, a Verde Asset, de Luis Stuhlberger, está agora mirando os fundos de pensão. Com R$ 35 bilhões sob gestão, uma das apostas da gestora para trazer as fundações para a casa são seus fundos globais, tendo em vista as discussões dos fundos de pensão no sentido de ampliar a diversificacão de suas carteiras.

Entrevista completa publicada no jornal O Estado de S. Paulo, em 13/jun/2015.

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Alta de taxa alemã tem pouco reflexo em juro local

Trecho da entrevista de Artur Wichmann — entre outros gestores do mercado — para o jornal Valor Econômico
Foto: Luis Ushirobira/Valor

Foto: Luis Ushirobira/Valor

A alta no rendimento pago pelos títulos alemães, que tem intrigado analistas globais, não é irracional, porém não tem muito mais fôlego. É a visão de gestores brasileiros, para quem é limitado o reflexo do movimento nas taxas locais, que têm motores próprios.

“O que o mercado vê agora é a volta de um movimento extremo, que tinha ido longe demais”, diz Artur Wichmann.

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Verde mira fundos de pensão

Trecho da entrevista de Artur Wichmann, Pedro Sales e Luiz Godinho para a revista Investidor Institucional
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Foto: Bruna Nishihata/Investidor Institucional

Depois da cisão com a Credit Suisse Hedging-Griffo, ocorrida no final do ano passado, a Verde Asset, comandada por Luis Stuhlberger, começa a apresentar ao mercado sua nova cara. E ela não é a mesma do CSHG, de onde se originou, nem mesmo da Hedging-Griffo, criada por Stuhlberger 20 anos atrás. Mantém várias caracteristicas das antecessoras nas estratégias de gestão, como ativos globais no portfólio e aposta num dólar valorizado, mas começa a olhar as estratégias de mercado de forma diferente, buscando o segmento de institucionais locais.

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A Verde Asset que vai além de Luis Stuhlberger

Trecho da entrevista com Luiz Parreiras, Artur Wichmann, Demian Pons, Daniel Leichsenring e Pedro Sales para o jornal Valor Econômico
Luis Ushirobira/Valor
Foto: Luis Ushirobira/Valor

Nem só de Luis Stuhlberger vive a Verde Asset. A nova velha gestora, agora com o Credit Suisse como sócio minoritário, não é casa de produto único. Na verdade, metade dos R$ 30 bilhões sob gestão está fora do fundo Verde. E a maior parte das carteiras na prateleira, ao contrário da irmã famosa, está aberta para novas aplicações.

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