Trabalhamos com criatividade e disciplina, com foco e abrangência para mapear as melhores oportunidades de investimento e antecipar tendências.

Dividimos com você, aqui, um pouco da forma Verde Asset Management de pensar.

1ª Edição do Verde Day

Por Artur Wichmann e Daniel Leichsenring

No dia 30 de agosto aconteceu a 1ª Edição do Verde Day. Evento idealizado há tempos com o objetivo de compartilhar o conhecimento gerado e acessado pela Verde AM no seu dia-a-dia de gestão dos fundos.

Foi uma manhã de painéis muito interessantes, em que nosso time de gestão e palestrantes externos discorreram sobre assuntos que estão no centro das teses de construção de portfólio na Verde.

Claudio Lottenberg, presidente do grupo UnitedHealth no Brasil, abordou a questão da saúde e seus principais desafios. David Veléz, CEO do Nubank, uma das mais inovadoras e bem-sucedidas fintechs no Brasil, falou sobre inovação e a trajetória da empresa. O Professor Marco Aurelio Ruediger, Diretor de Análise de Políticas Públicas da FGV, observou o impacto da mídia social nas eleições e concluímos com o Presidente Fernando Henrique Cardoso apresentando sua visão sobre política no Brasil e mundo.

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Tecnologia e o Mundo dos Investimentos

Por Artur Wichmann

Aqueles que seguem a trajetória da Verde já devem saber que algumas das características mais marcantes que buscamos imprimir em nossa empresa são o foco no longo prazo e a busca contínua por novas formas ou novos prismas sob os quais podemos analisar o mundo.
O debate é constante, intenso e muitas vezes acalorado. Denota uma preocupação enorme em não olhar o mundo de uma perspectiva estática, monolítica, questionando todas as hipóteses de investimento o tempo todo.
Isso nos leva ao tema dessa carta: tecnologia e como/se devemos mudar nossa forma de ver o mundo à luz dos desenvolvimentos tecnológicos recentes (spoiler alert: SIM, DEVEMOS).
Um termo será recorrente: Disruption: a mudança abrupta de modelos de negócio. Empresas que em alguns casos operavam há décadas sem ter sua liderança questionada, subitamente se encontram vulneráveis, perdendo mercado de forma acelerada.
Vamos tentar demostrar ao longo deste texto que a velocidade de mudança tecnológica está aumentando com base no custo cadente de novas tecnologias. Isso faz as tradicionais barreiras à entrada cairem drasticamente, levando as empresas de resposta lenta a perder valor com rapidez. Como diria o ex-CEO da GE Jack Welch: “If the change on the outside is greater than the change on the inside the end is near”.

Essa “Disruption” ou mudança rápida significa que mesmo aqueles que nunca investiram um centavo em ações de tecnologia possuem um risco tecnológico relevante em seu portfólio, quer saibam, quer não. Não reconhecer isso pode ter consequências graves.

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Bolhas em formação no mercado já preocupam

Matéria com Artur Wichmann, entre outros gestores, para o jornal Valor Econômico
Artur Wichmann, da Verde Asset: há euforia com ações dos setores elétrico, telecom e consumo básico nos EUA. Foto: Luis Ushirobira/Valor

Sinais firmes de bolha em mercados como o de títulos soberanos globais, empréstimos corporativos chineses e também na bolsa americana tiram o sono de analistas e gestores de recursos que, no entanto, não veem mudanças imediatas no cenário de liquidez atual. Em um ou dois anos, contudo, quando os juros começarem a subir, a percepção geral é que o estrago está encomendado e pode ser amplo, atingindo com mais força economias que precisam de reformas importantes para absorver choques externos, como o Brasil.

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Alerta para bolhas globais

Trecho da entrevista com Artur Wichmann, entre outros gestores, para a edição 285 da revista Investidor Institucional

Gestores admitem indícios de exageros no mercado global de renda variável gerados pelas taxas de juros negativas dos bancos centrais.

O mercado global de renda variável pode estar caminhando para a formação de bolhas em alguns segmentos específicos – o S&P 500 encontra-se próximo de suas máximas históricas – como resultado das politicas monetárias heterodoxas adotadas pelos principais bancos centrais globais nos últimos anos, alertam gestores de recursos especializados na classe de ativo. A Verde Asset avalia que há evidências de pequenas bolhas localizadas se formando, principalmente em setores tradicionalmente defensivos dos mercados globais de ações. “O nosso maior desconforto não é nem de perto com o mercado de renda variável no exterior. Nosso maior desconforto é com o que está acontecendo com o mercado global de renda fixa”, afirma Artur Wichmann, gestor responsável pela estratégia global da Verde Asset.

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Crise de bancos europeus ainda não atingiu fundo do poço

Trecho da entrevista com Artur Wichmann, entre outros gestores, para o jornal Valor Econômico

O derretimento do valor de mercado de grandes bancos europeus, com ações chegando a perder até 79% neste ano, veio para ficar. Pelo menos, no médio prazo. Segundo gestores e economistas, o cenário para o setor na região conjuga tantas variáveis adversas que torna quase impossível determinar um horizonte para o início de uma recuperação.

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‘Brexit’ deve pressionar moedas emergentes

Trecho da entrevista com Artur Wichmann, entre outros gestores, para o jornal Valor Econômico
Foto: Luis Ushirobira/ValorArtur Wichmann, da Verde Asset: risco de que a saída do Reino Unido abra precedente para outros países deixarem a UE. Foto: Luis Ushirobira/Valor.

A possibilidade de saída do Reino Unido da União Europeia, a ser decidida em referendo marcado para o próximo dia 23, poderá trazer um cenário menos favorável para moedas emergentes como o real, ao aumentar a aversão global ao risco, o que limitaria um efeito positivo do processo de alta mais gradual dos juros nos Estados Unidos.

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Gestores veem cenário menos favorável para emergentes

Trecho da entrevista com Artur Wichmann, entre outros gestores, para o jornal Valor Econômico
Foto: Luis Ushirobira/Valor Wichmann, da Verde Asset: com economia dos EUA forte, Fed deve subir juros. Foto: Luis Ushirobira/Valor

Para Artur Wichmann, gestor de fundos globais da Verde Asset, a tendência do dólar forte no médio e longo prazos, sustentada pela diferença de política monetária dos Estados Unidos e taxas negativas na Europa e no Japão, não mudou. “A economia americana está próxima do pleno emprego e com um hiato do produto quase zero, o que deve levar o Fed a subir os juros neste ano”, diz Wichmann, que vê a possibilidade de duas a três altas de juros nos EUA em 2016.

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Verde lidera em ações no exterior

Trecho da matéria publicada na revista Investidor Institucional

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Entre as novidades, a Verde Asset aparece nesta edição do Top Asset pela primeira vez com dados segregados da CSHG – Credit Suisse Hedging Griffo. Já em sua estreia, a Verde aparece na liderança da categoria de ações no exterior, com R$ 8,7 bilhões, e participação de 26,3%, bem à frente do segundo colocado, o HSBC, com R$ 1,1 bilhão, e participação de 1,3%.

A gestora de Luis Stuhlberger se beneficiou da base de clientes construída quando ainda estava dentro da CSHG Hedging-Griffo. “A estratégia internacional da Verde não é um processo novo, temos investido em pesquisa, equipe e tecnologia há mais de dez anos”, conta Artur Wichmann, gestor dos fundos globais da asset. “Com a boa performance do S&P nos últimos anos virou moda investir no exterior, mas já fazemos isso há muito tempo, diz Wichmann.

Entrevista completa publicada na edição 273 da revista Investidor Institucional, em Agosto/2015.

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Verde Asset tenta atrair fundos de pensão

Trecho da entrevista com Artur Wichmann, Pedro Sales e Luiz Godinho para o jornal O Estado de S. Paulo

Com produtos na prateleira abertos para captação, a Verde Asset, de Luis Stuhlberger, está agora mirando os fundos de pensão. Com R$ 35 bilhões sob gestão, uma das apostas da gestora para trazer as fundações para a casa são seus fundos globais, tendo em vista as discussões dos fundos de pensão no sentido de ampliar a diversificacão de suas carteiras.

Entrevista completa publicada no jornal O Estado de S. Paulo, em 13/jun/2015.

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Alta de taxa alemã tem pouco reflexo em juro local

Trecho da entrevista de Artur Wichmann — entre outros gestores do mercado — para o jornal Valor Econômico
Foto: Luis Ushirobira/Valor

Foto: Luis Ushirobira/Valor

A alta no rendimento pago pelos títulos alemães, que tem intrigado analistas globais, não é irracional, porém não tem muito mais fôlego. É a visão de gestores brasileiros, para quem é limitado o reflexo do movimento nas taxas locais, que têm motores próprios.

“O que o mercado vê agora é a volta de um movimento extremo, que tinha ido longe demais”, diz Artur Wichmann.

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Este conteúdo foi preparado pela Verde Asset Management S.A., bem como suas sociedades afiliadas (conjuntamente “Verde”), tem caráter meramente informativo e não deve ser entendido como análise de valor mobiliário, material promocional, solicitação de compra ou venda, oferta ou recomendação de qualquer ativo financeiro ou investimento, sugestão de alocação ou adoção de estratégia de investimento por parte dos destinatários. As informações referem-se às datas e condições mencionadas e não serão atualizadas. Os cenários apresentados podem não se refletir nas estratégias dos diversos fundos e carteiras geridos pela Verde. Aos investidores é recomendada a leitura cuidadosa de lâminas, prospectos e/ ou regulamentos ao aplicar seus recursos. A Verde não se responsabiliza por erros, omissões ou pelo uso destas informações. Este material foi preparado com base em informações públicas, dados desenvolvidos internamente e outras fontes externas. A Verde não garante a veracidade e integridade das informações e dados ou que os mesmos estão livres de erros ou omissões. Recomendamos uma consulta às fontes mencionadas para maiores informações. As análises aqui apresentadas não pretendem conter todas as informações relevantes que um investidor deve considerar e, dessa forma, representam apenas uma visão limitada do mercado. As estimativas, conclusões, opiniões, sugestões de alocação, projeções e hipóteses apresentadas não constituem garantia ou promessa de rentabilidade e resultado ou de isenção de risco pela Verde. Ao investidor cabe a responsabilidade de informar-se sobre eventuais riscos previamente à tomada de decisão sobre investimentos. Este conteúdo não deve substituir o julgamento independente dos investidores. A Verde não se responsabiliza por danos oriundos de erros, omissões ou alterações nos fatores de mercado nem pelo uso das informações aqui contidas. Este conteúdo não pode ser copiado, reproduzido ou distribuído sem a prévia e expressa concordância da Verde.