Trabalhamos com criatividade e disciplina, com foco e abrangência para mapear as melhores oportunidades de investimento e antecipar tendências.

Dividimos com você, aqui, um pouco da forma Verde Asset Management de pensar.

“O Brasil é uma ilusão de ótica”, Luis Stuhlberger

Entrevista exclusiva com Luis Stuhlberger, para o jornal Valor Econômico
Mercado foi em cima da “intenção” e houve um “overvaluation” de Brasil. Foto: Silvia Constanti/Valor

Nos últimos anos, Luis Stuhlberger, gestor do Verde, um dos fundos mais antigos e bem-sucedidos do mercado brasileiro, vem carregando uma visão pessimista do país. Depois de afirmar em 2015 que vivíamos o “ano de Jó” e de recear no início do ano passado que após o fundo do poço o Brasil encontrasse um “alçapão”, ele admite que foi pego no contrapé não apenas pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff mas pelo início do governo Michel Temer. Uma equipe econômica qualificada, nomes como o de Pedro Parente na Petrobras e a forte agenda de reformas fizeram o mercado apostar forte na “intenção”, como define o gestor, mascarando problemas de longo prazo.

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“Jogo” do mercado com a Previdência começa a ficar perigoso, alerta gestor da Verde, Luiz Parreiras

Entrevista exclusiva com Luiz Parreiras, para o portal InfoMoney
Luiz_Parreiras-InfoMoneyNossa grande preocupação é a apatia como o mercado tem enfrentado essa diluição, diz o gestor da Verde. Foto: Lucas de Abreu/InfoMoney

É prematuro demais “sepultarmos” a reforma da previdência, mas já é possível concluirmos que, pela diluição gradual e constante daquela proposta inicialmente enviada pelo governo Temer ao Congresso, devemos ter mudanças bem menores do que o outrora vislumbrado. As estimativas atuais de Henrique Meirelles (ministro da Fazenda) dão conta que entre 70% e 80% do projeto inicial de reforma deverá passar, mas há quem diga que essa diluição já chegou em 50% da economia que a previdência traria.

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Verde Asset lança novo produto exclusivo para clientes XP

Uma das gestoras mais reconhecidas do Brasil, a Verde Asset Management acaba de abrir a oportunidade para que pessoas físicas tenham acesso a uma das melhores equipes de gestão do País. A novidade é o lançamento do Verde Scena XP FIC FIM, produto desenvolvido com exclusividade para os clients da XP Investimentos.

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Rumo aos Estados Unidos

Entrevista com Luis Stuhlberger, entre outros gestores, para a revista Istoé Dinheiro

Na manhã de primeiro de novembro de 2016, gestores de fundos de investimentos acordaram com uma missão: traçar suas estratégias para atrair parte dos recursos de brasileiros no Exterior que haviam sido regularizados no programa de repatriação da Receita Federal, encerrado em 21 de outubro. O dinheiro – R$ 169,9 bilhões – foi regularizado, mas não voltou. Agora, está na mira de gestoras brasileiras que têm fundos lá fora, e que estão abrindo subsidiárias para cuidar desses clientes.

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PIB potencial de 2,5% é inatingível, diz Leichsenring, da Verde Asset

Matéria com Daniel Leichsenring, para o jornal Valor Econômico

O economista-chefe da Verde Asset Management, Daniel Leichsenring, projetou um cenário pessimista para a recuperação econômica do país no encerramento do primeiro dia de atividades da “2017 Latin American Investment Conference”, evento promovido pelo Credit Suisse hoje e amanhã em São Paulo. Mirando sua caneta de laser em gráficos abrangentes sobre a situação econômica do país, Leichsenring disse a uma plateia de mais de mil profissionais do mercado financeiro e investidores que o Brasil está em via de retomada, mas trata-se de uma recuperação “bastante lenta e gradual” e que é “inatingível” para o país um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) potencial como a média de 2,5% ao ano vista entre 1980 e 2016.

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Ritmo de alta do PIB será bem mais lento quando País sair da recessão

Matéria com Daniel Leichsenring, entre outros economistas, para o jornal O Estado de S. Paulo

Estudo que avaliou três itens considerados vitais para o crescimento – investimentos, produtividade dos trabalhadores e das empresas e oferta de mão de obra jovem – chegou à conclusão que capacidade de crescimento do País caiu

Entre os especialistas não há consenso se a economia vai ou não se recuperar neste ano. Porém, cresce a percepção de que a capacidade de crescimento do País será menor quando sair da maior recessão de sua história. Um cenário traçado pela gestora de recursos Verde Asset Management indica que após crescer em média 2,5% ao ano desde a década de 80, a tendência é que o Brasil cresça 1,5% ao ano daqui para frente.

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‘Para mercado, governo perdeu força’

Entrevista com Luis Stuhlberger para o jornal O Estado de S. Paulo
Stuhlberger afirma que foi lerdo como investidor ao fazer uma reflexão sobre suas reações a respeito a visão pessimista do mercado. Foto: Hélvio Romero/Estadão

O gestor de fundos mais bem-sucedido do Brasil, Luis Stuhlberger, terminou a semana passada frustrado consigo mesmo. “Fui lerdo”, disse em entrevista ao Estado, no início da noite de sexta-feira, ao fazer uma reflexão sobre as suas reações como investidor diante de mais uma semana de reviravoltas – e que reviravoltas. Stuhlberger havia conversado com a reportagem na segunda pela manhã, mas foi preciso atualizar e ampliar as análises após o mercado reagir com pessimismo a dois acontecimentos: as mudanças feitas pela Câmara no pacote anticorrupção e o acordo de leniência da Odebrecht, cujas delações podem atingir centenas de políticos e até ministros da base de sustentação do governo. “A leitura do mercado é que a capacidade política do governo para aprovar a reforma da Previdência diminuiu”, diz ele. Por outro lado, na seara econômica, aumentou a pressão sobre o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, para que entregue crescimento. “O crescimento do ano que vem será muito baixo: não serve para dar popularidade”, disse Stuhlberger.

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Visão do investidor

Entrevista com Daniel Leichsenring, para a coluna da Miriam Leitão no jornal O Globo

O paciente continua na UTI, mas foi transferido de um hospital público para o Albert Einstein. Assim o economista-chefe da Verde Asset, Daniel Leichsenring, que gere o Verde, um dos principais fundos de investimento do país, resume sua visão sobre o atual momento da economia. O ajuste está surpreendendo, mas a recuperação decepciona. A crise dos estados vai se tornar cada vez mais um problema da União.

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‘Agenda da UTI’ deixa pauta do crescimento em segundo plano

Entrevista com Daniel Leichsenring para o jornal Valor Econômico
Leichsenring, da Verde: combinação danosa de aumento de gastos da Previdência e desaceleração do crescimento potencial. Foto: Silvia Zamboni/Valor

O economista-chefe da Verde Asset Management, Daniel Leichsenring, tem uma visão pessimista sobre o crescimento potencial do Brasil, estimando que a capacidade de a economia avançar sem causar pressões inflacionárias está na casa de 1% a 1,5%. As tendências demográficas, a baixa taxa de investimento e a fraca produtividade o levam a traçar um quadro desanimador, que se torna mais preocupante quando se leva em conta a situação da Previdência.

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Economista aponta risco de país viver dominância fiscal

Matéria do jornal Valor Econômico que cita o conteúdo do post “Haverá dominância fiscal?” de Daniel Leichsenring

O economista-chefe da Verde Asset Management, Daniel Leichsenring, mostra ceticismo em relação ao ajuste das contas públicas, ao escrever sobre os riscos de dominância fiscal no Brasil. Para ele, o projeto que limita o crescimento dos gastos da União é bem-vindo, mas a proposta, por si só, não resolve nenhum problema estrutural. As projeções de Leichsenring para a dívida bruta apontam uma trajetória preocupante, superando 90% do PIB em 2020 e 100% em 2024, mesmo com hipóteses razoavelmente otimistas.

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Para ler o post exclusivo “Haverá dominância fiscal?”, produzido por Daniel Leichsenring, economista-chefe da Verde AM, clique aqui.

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