Trabalhamos com criatividade e disciplina, com foco e abrangência para mapear as melhores oportunidades de investimento e antecipar tendências.

Dividimos com você, aqui, um pouco da forma Verde Asset Management de pensar.

This time is different! Será?

Por Gestão Verde AM

Não resta dúvida que “this time is different” é uma das frases mais perigosas na gestão de portfólio. Por outro lado, assumir que tudo permanece igual, sempre, pode ser igualmente arriscado.

Nosso papel é buscar sempre uma visão correta da realidade, sem dogmas, e estar preparados para aceitar um cenário diferente daquele ao qual estamos acostumados.

O comportamento atual da taxa de juros no Brasil merece uma análise mais detalhada.

Durante boa parte das últimas décadas, os juros no Brasil apresentaram um comportamento tipicamente “pró-cíclico” no que diz respeito a choques externos. Uma perturbação internacional gerava uma depreciação da taxa de câmbio, queda da bolsa e aumento do nível dos juros.

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É prematuro falar em recessão, diz Verde

Matéria exclusiva com Pedro Sales, para o Valor Econômico
Pedro Sales, gestor de ações da Verde Asset: ambiente de juro muito baixo representa risco em caso de ajuste. Foto: Claudio Belli/Valor

O Brasil do juro baixo e das reformas está em posição privilegiada para enfrentar o risco de maior enfraquecimento global e deve se beneficiar do excesso de liquidez no mundo. Apesar da forte correção recente das ações brasileiras, fruto da piora na aversão ao risco no exterior, não faz sentido apostar em recessão e transformar esses impactos de curto prazo no “novo normal”, porque a Selic reduzida ainda dá suporte ao investimento na bolsa. A opinião é de Pedro Sales, gestor de estratégia de ações para o Brasil da Verde Asset.

O estrangeiro não se animou com o Brasil, mas dizer que vai se iniciar uma crise é um pouco forte. Não quero dizer que simplesmente não vai acontecer, mas qualquer leitura baseada em prazo mais curto não funciona”, afirma Sales, ao Valor.

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“Não sei.” Soros, Stuhlberger e a humildade num mundo de juros negativos.

Por Artur Wichmann

Em meados de 2009, Luis Stuhlberger e eu tivemos uma reunião com David Modest, que trabalhava no Soros Fund Management. Ao final da reunião veio a pergunta: “será que o Luis não poderia ir a Nova York conversar com o Soros?”

O pano de fundo era o seguinte: o mundo havia passado em 2008 pela pior crise do capitalismo. Somente a Grande Depressão de 29 havia sido mais drástica. Pior: a economia global claudicava em direção a uma recuperação tímida. O vigor de recuperações passadas parecia distante. A deflação era vista como um risco real.

Alguns meses depois estávamos em NY, no escritório de Soros na Rua 55. Tenho que confessar uma certa ansiedade em relação a esse encontro. Minha determinação firme era não abrir a boca, sumir na paisagem e só absorver todo o conhecimento que seria gerado. Retirei da estante minha cópia do “The Logic of Scientific Discovery”, do Karl Popper e dei uma revisada. Sabia da admiração do Soros pelo autor e não queria correr o risco de perder alguma referência que ele pudesse fazer.

Às 10 em ponto o Soros entra na sala. Cumpridas as devidas formalidades, começa um dos debates mais memoráveis que já presenciei: expansão de balanços de bancos centrais, crise do euro, limitações do modelo de desenvolvimento brasileiro, China…

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