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Dividimos com você, aqui, um pouco da forma Verde Asset Management de pensar.

Verde Asset vê queda de ações de tecnologia nos EUA como correção “saudável” e descarta bolha de preços

Entrevista exclusiva com João Julião, para a InfoMoney
Em entrevista, João Julião, gestor da Estratégia de Ações Globais, disse que papéis do setor não estão caros e que fundamentos das “big techs” são sólidos

O movimento recente de forte queda das ações de tecnologia, que arrastou as bolsas americanas para baixo, não deve assustar o investidor. Pode, inclusive, ser uma oportunidade para reforçar posições consistentes da carteira.

Essa foi a tática adotada pela Verde Asset, conta João Julião, gestor da estratégia de ações globais da casa comandada por Luis Stuhlberger.

Com uma visão de que o movimento foi um ajuste técnico e de que os fundamentos de grandes empresas como Apple, Amazon, Facebook, Microsoft e Google são sólidos, Julião descarta a visão de uma “bolha” de preços no mercado americano, em comparação ao que foi visto cerca de 20 anos atrás com as ações de empresas de internet.

“Vemos que o fundamento está lá, diferentemente da bolha de 2000, e os preços/lucros estão bem justificados, pela estabilidade dessas empresas, que são “Triple A”, de muita qualidade”, afirmou o gestor, em entrevista ao InfoMoney. “Nossa conclusão, por ora, é que não é uma bolha.”

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Expansão dos EUA não vai morrer de velhice, diz gestor global da Verde, que está comprando bolsa americana

Matéria exclusiva com Artur Wichmann, para o portal Seu Dinheiro
Artur Wichmann, gestor de ações globais da Verde, está animado com uma mudança estrutural de paradigma trazida pela tecnologia, que deve mudar a nossa forma de investir

Ele é os olhos para fora do Verde, o mais famoso multimercados brasileiro. E está na contramão das preocupações com o fim de um ciclo positivo para a economia americana. Para Artur Wichmann, uma expansão não morre de velha: são necessários problemas, como excesso de alavancagem, de forma geral ausentes hoje no país.

Alheio às quedas recentes e apegado aos fundamentos, Wichmann mantém uma seleção de ações listadas na bolsa americana no portfólio, de olho no longo prazo: “A gente não acredita que vai haver uma queda muito clara de geração de caixa das empresas norte-americanas”, disse para mim em uma conversa exclusiva no escritório da Verde em São Paulo.

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Confira também a outra entrevista com Artur Wichmann sobre como os avanços tecnológicos devem mudar a forma de investir em ações no portal Seu dinheiro. Clique aqui.

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Tecnologia e o Mundo dos Investimentos

Por Artur Wichmann

Aqueles que seguem a trajetória da Verde já devem saber que algumas das características mais marcantes que buscamos imprimir em nossa empresa são o foco no longo prazo e a busca contínua por novas formas ou novos prismas sob os quais podemos analisar o mundo.
O debate é constante, intenso e muitas vezes acalorado. Denota uma preocupação enorme em não olhar o mundo de uma perspectiva estática, monolítica, questionando todas as hipóteses de investimento o tempo todo.
Isso nos leva ao tema dessa carta: tecnologia e como/se devemos mudar nossa forma de ver o mundo à luz dos desenvolvimentos tecnológicos recentes (spoiler alert: SIM, DEVEMOS).
Um termo será recorrente: Disruption: a mudança abrupta de modelos de negócio. Empresas que em alguns casos operavam há décadas sem ter sua liderança questionada, subitamente se encontram vulneráveis, perdendo mercado de forma acelerada.
Vamos tentar demostrar ao longo deste texto que a velocidade de mudança tecnológica está aumentando com base no custo cadente de novas tecnologias. Isso faz as tradicionais barreiras à entrada cairem drasticamente, levando as empresas de resposta lenta a perder valor com rapidez. Como diria o ex-CEO da GE Jack Welch: “If the change on the outside is greater than the change on the inside the end is near”.

Essa “Disruption” ou mudança rápida significa que mesmo aqueles que nunca investiram um centavo em ações de tecnologia possuem um risco tecnológico relevante em seu portfólio, quer saibam, quer não. Não reconhecer isso pode ter consequências graves.

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Bolhas em formação no mercado já preocupam

Matéria com Artur Wichmann, entre outros gestores, para o jornal Valor Econômico
Artur Wichmann, da Verde Asset: há euforia com ações dos setores elétrico, telecom e consumo básico nos EUA. Foto: Luis Ushirobira/Valor

Sinais firmes de bolha em mercados como o de títulos soberanos globais, empréstimos corporativos chineses e também na bolsa americana tiram o sono de analistas e gestores de recursos que, no entanto, não veem mudanças imediatas no cenário de liquidez atual. Em um ou dois anos, contudo, quando os juros começarem a subir, a percepção geral é que o estrago está encomendado e pode ser amplo, atingindo com mais força economias que precisam de reformas importantes para absorver choques externos, como o Brasil.

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Alerta para bolhas globais

Trecho da entrevista com Artur Wichmann, entre outros gestores, para a edição 285 da revista Investidor Institucional

Gestores admitem indícios de exageros no mercado global de renda variável gerados pelas taxas de juros negativas dos bancos centrais.

O mercado global de renda variável pode estar caminhando para a formação de bolhas em alguns segmentos específicos – o S&P 500 encontra-se próximo de suas máximas históricas – como resultado das politicas monetárias heterodoxas adotadas pelos principais bancos centrais globais nos últimos anos, alertam gestores de recursos especializados na classe de ativo. A Verde Asset avalia que há evidências de pequenas bolhas localizadas se formando, principalmente em setores tradicionalmente defensivos dos mercados globais de ações. “O nosso maior desconforto não é nem de perto com o mercado de renda variável no exterior. Nosso maior desconforto é com o que está acontecendo com o mercado global de renda fixa”, afirma Artur Wichmann, gestor responsável pela estratégia global da Verde Asset.

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Crise de bancos europeus ainda não atingiu fundo do poço

Trecho da entrevista com Artur Wichmann, entre outros gestores, para o jornal Valor Econômico

O derretimento do valor de mercado de grandes bancos europeus, com ações chegando a perder até 79% neste ano, veio para ficar. Pelo menos, no médio prazo. Segundo gestores e economistas, o cenário para o setor na região conjuga tantas variáveis adversas que torna quase impossível determinar um horizonte para o início de uma recuperação.

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‘Brexit’ deve pressionar moedas emergentes

Trecho da entrevista com Artur Wichmann, entre outros gestores, para o jornal Valor Econômico
Foto: Luis Ushirobira/ValorArtur Wichmann, da Verde Asset: risco de que a saída do Reino Unido abra precedente para outros países deixarem a UE. Foto: Luis Ushirobira/Valor.

A possibilidade de saída do Reino Unido da União Europeia, a ser decidida em referendo marcado para o próximo dia 23, poderá trazer um cenário menos favorável para moedas emergentes como o real, ao aumentar a aversão global ao risco, o que limitaria um efeito positivo do processo de alta mais gradual dos juros nos Estados Unidos.

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Gestores veem cenário menos favorável para emergentes

Trecho da entrevista com Artur Wichmann, entre outros gestores, para o jornal Valor Econômico
Foto: Luis Ushirobira/Valor Wichmann, da Verde Asset: com economia dos EUA forte, Fed deve subir juros. Foto: Luis Ushirobira/Valor

Para Artur Wichmann, gestor de fundos globais da Verde Asset, a tendência do dólar forte no médio e longo prazos, sustentada pela diferença de política monetária dos Estados Unidos e taxas negativas na Europa e no Japão, não mudou. “A economia americana está próxima do pleno emprego e com um hiato do produto quase zero, o que deve levar o Fed a subir os juros neste ano”, diz Wichmann, que vê a possibilidade de duas a três altas de juros nos EUA em 2016.

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Tempero nipônico no portfólio

Trecho da entrevista com Luiz Parreiras – entre outros gestores do mercado – para o jornal Valor Econômico

Gestores brasileiros, confiantes nas políticas do primeiro-ministro Shinzo Abe, aumentam presença japonesa em fundos para investidor local.

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Verde Asset, de Stuhlberger, reduz tíquete de fundos globais

Trecho da entrevista com Luiz Godinho para o jornal Valor Econômico

Os fundos que investem no exterior da gestora Verde Asset, de Luis Stuhlberger, vão ter aplicação mínima menor […] A aplicação mínima será reduzida do atual R$ 1 milhão para R$ 500 mil, na esteira das instruções nº 554 e 555 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que entraram em vigor em outubro.

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