Trabalhamos com criatividade e disciplina, com foco e abrangência para mapear as melhores oportunidades de investimento e antecipar tendências.

Dividimos com você, aqui, um pouco da forma Verde Asset Management de pensar.

Verde Asset aposta em ações dos EUA

Gestor descarta bolhas e vê retomada americana mais veloz com ajuda trilionária

Entrevista exclusiva com Thiago Harada, para o Valor Econômico
Harada, da Verde: “As pessoas não vão colocar dinheiro do auxílio na bolsa

Ao olhar para o mundo em sua estratégia global de renda variável, a Verde Asset, que reúne R$ 53 bilhões em ativos, indica ter mais de um trilhão de argumentos para apontar os Estados Unidos como seu destino preferido. Mais precisamente US$ 1,9 trilhão de motivos. No geral, a casa adota uma estratégia bem clara neste momento em que a pandemia entra em diferentes estágios no mundo: investir onde a recuperação está mais rápida. E nada mais veloz para impulsionar a atividade e o consumo nos EUA do que o maior programa fiscal de auxílio já criado por um governo na história.

Além dos Estados Unidos, os gestores da Verde veem oportunidades nos países desenvolvidos, em geral, e asiáticos, deixando pouco espaço para emergentes. Ao todo, a estratégia de ações globais da casa responde por R$ 2,5 bilhões, considerando tanto os fundos dedicados à estratégia mundial quanto a alocação na carteira dos outros fundos da casa. Desse montante todo, a exposição aos Estados Unidos é aproximadamente 70%, enquanto outros 20% se voltam para a Europa e 10% para a Ásia.

No mundo inteiro, onde vamos encontrar recuperação mais rápida para a crise que estamos enfrentando? Nos países desenvolvidos. Acreditamos muito nessa recuperação cíclica, principalmente nos Estados Unidos”, diz Thiago Harada, que divide a estratégia mundial da Verde com Daniel Campion e João Julião.

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‘Acreditei e votei no Bolsonaro em 2018, mas ele nunca mais terá o meu voto’, diz Luis Stuhlberger

Gestor do Fundo Verde vê pouca chance de uma 3ª via em 2022 e diz que polarização já se reflete nos preços dos ativos

Entrevista exclusiva com Luis Stuhlberger, para o Estadão
Para Luis Stuhlberger, o custo do atraso na vacinação no Brasil chega a uma perda de R$ 130 bilhões a R$ 140 bilhões no PIB. Foto: Hélvio Romero/Estadão

O icônico episódio em que a possibilidade de investir no Fundo Verde se esgotou em menos de dois minutos no Itaú Unibanco, em fevereiro, teve nome e sobrenome como causa. É Luis Stuhlberger, o gestor que conseguiu rentabilidade acumulada de 18.681% desde que o Verde foi criado, em 1997, enquanto a valorização do CDI, usado como parâmetro de comparação, foi de 2.230%. Um dos principais méritos para esses resultados foi o fato de Stuhlberger ter sabido ler, com precisão acima da média, os movimentos políticos e econômicos do País, marcados por muitas incertezas, ano após ano. E, evidentemente, ganhar dinheiro em cima disso.

Quem acompanha os trabalhos da Verde Asset, hoje com R$ 52 bilhões sob gestão, não deve ter estranhado a assinatura de Stuhlberger na carta dos economistas, divulgada no fim de semana passado. Nela, mais de 1,7 mil economistas, empresários e banqueiros pedem medidas efetivas no combate à pandemia – com críticas muito duras ao governo federal. A mais recente carta do Verde a seus cotistas, de fevereiro, tinha exatamente o mesmo tom.

Escolhas têm consequências“, começa o texto do Verde, que critica a opção do governo por não ter tomado as iniciativas mais baratas de combate à pandemia, nem ter se antecipado à compra de vacinas. Também questiona o Congresso, que expande gastos públicos e ameaça a manutenção dos juros baixos. Bem como a população, pela falta de solidariedade e o desrespeito ao isolamento, mesmo quando poderia fazê-lo.

Essa é uma visão muito pessoal minha, mas no ato em que subscrevi a carta pensei: ‘com essa assinatura, estou dizendo que votei em você (Bolsonaro) no primeiro turno em 2018, acreditei na sua proposta, mas você não vai ter mais o meu voto. Nunca mais“, disse Stuhlberger.

Segundo ele, se fosse analisar a carta dos economistas, a conversa duraria cinco segundos. “Ela é óbvia por si só e o que tenho a acrescentar ao que está escrito é nada”, diz. “Ela é completa, é longa, traz a referência de onde saíram os números. Se falasse algo, seria chover no molhado.” Resolveu, então, fazer uma leitura pessoal e uma reflexão sobre os 12 meses de pandemia, o que o País perdeu e suas perspectivas daqui para frente.

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2ª edição do Verde Mulheres

A Verde reuniu profissionais de destaque em suas áreas de atuação e deu voz às suas trajetórias em um evento online no dia 08/03.

Deborah Oliveira, economista Sênior Internacional da Verde; Débora Garofalo, coordenadora do Centro de Inovação da Educação de SP; e Marília Rocca, CEO do Grupo Hinode, conversaram sobre macroeconomia global, educação 4.0 e empreendedorismo no Brasil, respectivamente.

As conversas foram conduzidas pelos representantes da Verde: Angelica Miranda, do time de RI; Eleonora Cypel, diretora e sócia-fundadora; Pedro Sales, gestor da Estratégia de Ações Brasil; e Isabel Aché Pillar, diretora do Instituto CSHG.

Um ambiente mais diverso, especialmente em opiniões, contribui para construção de empresas e mercados de excelência. Compartilhar histórias de conquistas foi nosso objetivo em comemoração ao Dia Internacional da Mulher.

Para a Verde, garantir a presença feminina no time confere um olhar diferenciado nos investimentos, na tomada de decisão e na condução da gestora.

“Acreditamos que a diversidade, composição de ideias e pontos de vista complementares é o que pode nos levar cada vez mais longe, tendo um olhar mais amplo e profundo sobre os diferentes temas do nosso dia a dia”, contou Eleonora Cypel durante um dos painéis.

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Luis Stuhlberger participa da LAIC – Latin America Investment Conference 2021

Nosso CEO e CIO e gestor do Fundo Verde, participa hoje de painel em evento realizado pelo Credit Suisse.

Acompanhe hoje a participação de Luis Stuhlberger na LAIC – Latin America Investment Conference 2021.

O gestor do Fundo Verde e CEO e CIO da Verde AM se juntará a Rogério Xavier, da SPX Capital, no painel Hedge funds: will we have a speedy recovery in 2021?, marcado para as 18h30. O evento virtual é promovido pelo banco Credit Suisse.

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Luis Stuhlberger participa da Live do Valor

Visões do gestor e perspectivas para 2021

O CEO e CIO da Verde Asset, Luis Stuhlberger, foi o entrevistado da Live do Valor. Um dos gestores mais incensados do mercado de fundos brasileiro por sua atuação à frente do fundo multimercado Verde, Stuhlberger fez uma apresentação sobre o fechamento deste ano de pandemia e as perspectivas para 2021, além de suas visões atuais sobre os mercados.

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‘Queda da bolsa na pandemia foi muito exagerada’, diz gestor da Verde

Para Pedro Sales, a história de longo prazo de boa parte das empresas não mudou. A asset trabalha com uma visão positiva sobre a bolsa de valores

Uma das gestoras de recursos mais renomadas do país, a Verde Asset Management trabalha com uma visão positiva sobre a bolsa de valores. Apesar do efeito negativo da pandemia no curto prazo, na avaliação da casa, a crise não afetou o valor das empresas em um horizonte mais longo.

Tem muita gente impressionada com os níveis de preços [na bolsa] dada a incerteza que estamos vivendo na pandemia. Mas, olhando para frente, se a visão de longo prazo de uma determinada empresa não mudou, o impacto no seu valor é baixo. Para a enorme maioria das ações que acompanhamos na bolsa, a história de longo prazo não é impactada pela pandemia”, afirma Pedro Sales, gestor de ações da Verde.

Para ele, não há uma distorção entre o bom desempenho recente da bolsa e a situação ainda fragilizada da economia. Mais que isso, Sales diz haver muitas empresas na bolsa com um nível de preços bastante interessante — casos de Vale e Petrobras.

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Luis Stuhlberger e Luiz Parreiras participam de live do prêmio “Melhores da Bolsa 2020”

Nosso gestor do Fundo Verde e CEO e CIO, Luis Stuhlberger, e nosso gestor da Estratégia Multimercado e Previdência, Luiz Parreiras, participam de painel em evento online promovido pela InfoMoney e Stock Pickers.

A visão da Verde sobre o mercado pós-crise é o tema do painel de Luis Stuhlberger e Luiz Parreiras, mediado por Thiago Salomão e Renato Santiago, na programação de lives do prêmio Melhores da Bolsa 2020, promovido pela InfoMoney e Stock Pickers.

O evento, que acontece entre os dias 24 e 26 de novembro, reúne apresentações de grandes gestores de fundos e CEOs das melhores empresas da Bolsa, destacadas na lista elaborada pelo site em parceria com a Economatica e o Ibmec.

A participação dos gestores da Verde, que contempla a análise dos principais tópicos do cenário atual e o desempenho do mercado de ações, será hoje, às 18h.

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Luis Stuhlberger participa da live realizada por Luciana Seabra

Nosso gestor do Fundo Verde e CEO e CIO da Verde AM, Luis Stuhlberger, participa da live realizada por Luciana Seabra, CEO da Spiti.

Luis Stuhlberger, gestor do Fundo Verde e CEO e CIO da Verde AM, conversa com a analista Luciana Seabra, CEO da , sobre as principais questões do cenário atual, como os desafios fiscais do Brasil e as eleições americanas.

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Brasil gastou mais do que podia e precisava no combate à pandemia

Daniel Leichsenring, economista-chefe da Verde Asset, em artigo para a Folha de S.Paulo
Piora do déficit ocorreu pelo aumento expressivo de gastos públicos de caráter permanente

A questão fiscal brasileira voltou a causar preocupações. O país parece andar em círculos, retornando ao ponto inicial, mas com dívida e gastos mais altos e os mesmos problemas na qualidade dos serviços públicos e no atendimento das demandas sociais.

O primeiro ato da mais recente tragédia fiscal se iniciou no segundo mandato de Lula e se acelerou no governo Dilma, quando o superávit primário de cerca de 3,5% do PIB (Produto Interno Bruto) deu lugar a um déficit de 2,5% do PIB ao ano.

A piora do déficit ocorreu pelo aumento expressivo de gastos públicos de caráter permanente, impossíveis de serem cortados uma vez aumentados. Ficaram famosas também as “pedaladas”, que escamoteavam a realidade das contas públicas, mas que em tempo cobrariam seu preço.

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Luis Stuhlberger e Luiz Parreiras foram os convidados do quarto episódio da série de podcasts “Pregões que fizeram história”, da InfoMoney

Luis Stuhlberger e Luiz Parreiras relembram a história da maxidesvalorização do real em 1999.
O quarto episódio faz parte da série de podcasts “Pregões que fizeram história”, apresentado por Anderson Figo.

Contexto: 14/01/1999 — O começo do ano de 1999 foi marcado por um período de desvalorização do real. A mudança no regime cambial nacional (fim do regime de bandas para câmbio flutuante) fez com que o Banco Central fosse obrigado a negociar dólares no mercado futuro, aumentando a quantidade de moeda americana nos nossos cofres e contribuindo para a queda do valor das ações da Bolsa de Valores. Por isso, nos dias 13 e 14 de janeiro de 1999, a B3 precisou interromper suas atividades, realizando dois circuit breakers. No dia 13, o Ibovespa caiu 5,04%. No dia 14, a baixa foi de 9,97%. Já no dia 15 houve uma forte correção, e o índice disparou 33,40%.

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