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Dividimos com você, aqui, um pouco da forma Verde Asset Management de pensar.

Luis Stuhlberger: a trajetória do gestor de 17.550%

1ª participação da Verde AM em podcast com Luis Stuhlberger e Luiz Parreiras no Stock Pickers, de Thiago Salomão
Um dos maiores gestores do Brasil finalmente vem ao Stock Pickers

Se você acha que o Brasil é difícil hoje, não tem ideia do que era no início dos anos 1980. 

Nas palavras de Luis Stuhlberger, da Verde Asset, um dos gestores de maior sucesso da história do país, o cenário era o seguinte: o Brasil não tinha reservas cambiais, a Petrobras não produzia nem a metade do petróleo que precisávamos e uma quantidade muito grande de pessoas não conseguia nem ir para a escola primária. Tudo isso era regado a crises monetárias frequentes e uma inflação crônica.

Naquela época, quando o então jovem engenheiro Stuhlberger começava sua carreira no mercado financeiro, se falava muito da economia brasileira como se ela fosse um bolo. “Primeiro vamos fazer o bolo crescer, depois distribuir” era a ideia que o governo propagava. Depois, com a Constituinte de 1988 e o modelo passou a ser o oposto: primeiro prometer um pedaço do bolo para cada um, depois fazê-lo crescer.

“Hoje temos um modelo intermediário entre fazer o bolo crescer e distribuir e o contrário, de distribuir e depois fazer crescer. Vivemos um meio termo, houve reformas, e agora vamos crescer com as nossas próprias pernas”, afirma Stuhlberger.

Dos anos 1980 ao 32º episódio do Stock Pickers, Stuhlberger se tornou um dos maiores gestores da história do Brasil. Seu fundo, o Verde, rendeu nos seus 23 anos de história incríveis 17.550% ou 8 vezes o CDI do período, e com incrível resiliência: o Verde teve rentabilidade anual negativa em apenas um dos 23 anos de existência — foi em 2008 (-6,4%), auge da crise do subprime.

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Verde aposta em varejo e saúde na bolsa brasileira

Matéria exclusiva com Pedro Sales, para a Bloomberg

No auge da recessão brasileira, Pedro Sales estava com uma pilha de dinheiro no caixa de seus fundos de ações.

“A gente tinha um grau de convicção alto de que o fiscal era insolúvel e os fundos de ações chegaram a ter só 50% de exposição líquida no auge da crise, algo totalmente fora da curva” disse Sales, 42, sócio e gestor da estratégia de ações brasileiras da Verde Asset Management. Com o país se distanciando cada vez mais do desastre e a bolsa subindo cerca de 190% desde a mínima em dez anos de 2016, Sales deixou a defesa de lado e voltou a apostar pesado na bolsa do Brasil — seu único arrependimento é não ter feito isso antes.

“Mesmo com toda a valorização que bolsa já teve, a gente ainda encontra várias ações com preços muito interessantes”, disse Sales, em uma entrevista no escritório da Bloomberg em São Paulo.

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This time is different! Será?

Por Gestão Verde AM

Não resta dúvida que “this time is different” é uma das frases mais perigosas na gestão de portfólio. Por outro lado, assumir que tudo permanece igual, sempre, pode ser igualmente arriscado.

Nosso papel é buscar sempre uma visão correta da realidade, sem dogmas, e estar preparados para aceitar um cenário diferente daquele ao qual estamos acostumados.

O comportamento atual da taxa de juros no Brasil merece uma análise mais detalhada.

Durante boa parte das últimas décadas, os juros no Brasil apresentaram um comportamento tipicamente “pró-cíclico” no que diz respeito a choques externos. Uma perturbação internacional gerava uma depreciação da taxa de câmbio, queda da bolsa e aumento do nível dos juros.

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É prematuro falar em recessão, diz Verde

Matéria exclusiva com Pedro Sales, para o Valor Econômico
Pedro Sales, gestor de ações da Verde Asset: ambiente de juro muito baixo representa risco em caso de ajuste. Foto: Claudio Belli/Valor

O Brasil do juro baixo e das reformas está em posição privilegiada para enfrentar o risco de maior enfraquecimento global e deve se beneficiar do excesso de liquidez no mundo. Apesar da forte correção recente das ações brasileiras, fruto da piora na aversão ao risco no exterior, não faz sentido apostar em recessão e transformar esses impactos de curto prazo no “novo normal”, porque a Selic reduzida ainda dá suporte ao investimento na bolsa. A opinião é de Pedro Sales, gestor de estratégia de ações para o Brasil da Verde Asset.

O estrangeiro não se animou com o Brasil, mas dizer que vai se iniciar uma crise é um pouco forte. Não quero dizer que simplesmente não vai acontecer, mas qualquer leitura baseada em prazo mais curto não funciona”, afirma Sales, ao Valor.

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“Não sei.” Soros, Stuhlberger e a humildade num mundo de juros negativos.

Por Artur Wichmann

Em meados de 2009, Luis Stuhlberger e eu tivemos uma reunião com David Modest, que trabalhava no Soros Fund Management. Ao final da reunião veio a pergunta: “será que o Luis não poderia ir a Nova York conversar com o Soros?”

O pano de fundo era o seguinte: o mundo havia passado em 2008 pela pior crise do capitalismo. Somente a Grande Depressão de 29 havia sido mais drástica. Pior: a economia global claudicava em direção a uma recuperação tímida. O vigor de recuperações passadas parecia distante. A deflação era vista como um risco real.

Alguns meses depois estávamos em NY, no escritório de Soros na Rua 55. Tenho que confessar uma certa ansiedade em relação a esse encontro. Minha determinação firme era não abrir a boca, sumir na paisagem e só absorver todo o conhecimento que seria gerado. Retirei da estante minha cópia do “The Logic of Scientific Discovery”, do Karl Popper e dei uma revisada. Sabia da admiração do Soros pelo autor e não queria correr o risco de perder alguma referência que ele pudesse fazer.

Às 10 em ponto o Soros entra na sala. Cumpridas as devidas formalidades, começa um dos debates mais memoráveis que já presenciei: expansão de balanços de bancos centrais, crise do euro, limitações do modelo de desenvolvimento brasileiro, China…

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“É preciso ‘criar escala’ na filantropia”, diz gestor financeiro

Matéria exclusiva com Luis Stuhlberger, para a coluna Direto da Fonte do Jornal Estadão
CEO da Verde Asset Management relata como vem implantando gestão profissional em Ongs ligadas ao apoio social, fortalecendo a filantropia e ampliando os resultados para os beneficiados Foto: Iara Morselli/ Estadão

Foi em 2003 que o executivo Luis Stuhlberger e alguns colegas na gestora de recursos Hedging-Griffo se deram conta de que entidades do mundo financeiro não tinham prática de fazer filantropia. Entendiam que era importante “devolver à sociedade um pouco do que tiveram a sorte de ter” – e a ideia que daí surgiu foi criar um instituto que não teria projetos próprios, mas seria o gestor de projetos de outras instituições.

A missão seria “ampliar a escala, beneficiar mais gente com os mesmos recursos”, pondo em prática “uma filantropia com gestão pautada pela eficiência”. Olhando o cenário da área social, o executivo definiu um propósito: “Poderíamos assim ajudar a dar escala para quem faz bem feito e, às vezes, não tem funding para ampliar seu alcance.”

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“PIB do Brasil ainda não mostra seu potencial”, diz Luis Stuhlberger

Matéria exclusiva com Luis Stuhlberger, para o Jornal Estadão
Para Stuhlberger, coisas importantes, que podem trazer bons impactos, estão acontecendo no País na área econômica. Foto: Iara Morselli/ Estadão

Luis Stuhlberger, dono da Verde Asset Management e gestor do maior fundo multimercado do Brasil, mostra estar surpreso com o que vem acontecendo no Brasil na área econômica. Segundo ele, se fosse perguntado, há seis meses, sobre as chances de o governo aprovar uma reforma da Previdência com economia para os cofres públicos perto de R$ 1 trilhão, diria que a probabilidade era zero. Para o gestor, também “foi um milagre” a privatização da BR Distribuidora ter acontecido “sem greve, sem bloqueio de entrada”, uma evidência de que “coisas importantes” estão acontecendo na economia brasileira, apesar do estresse recente do mercado.

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“Posição do Brasil no ciclo econômico é muito favorável”

Matéria exclusiva com Daniel Leichsenring, para o Valor Econômico
Daniel Leichsenring: “Controle do gasto público permite que o Brasil tenha juros civilizados por um período prolongado”. Foto: Cláudio Belli/Valor Econômico

O economista-chefe da Verde Asset Management, Daniel Leichsenring, está otimista com as perspectivas para a demanda doméstica brasileira no restante deste ano e no próximo. Para ele, empresas e famílias já ajustaram o seu nível de endividamento, há sinais importantes de melhora do crédito, como se vê pelo aumento das operações no mercado de capitais e nos empréstimos bancários para pessoas físicas, e os juros deverão cair mais e permanecer em níveis baixos por um período prolongado.

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“Estamos otimistas com o ritmo da atividade econômica neste e no próximo ano.”

Por Gestão Verde AM

Relatório de Gestão do Fundo Verde – Junho/19

Após um período marcado por muito ruído, a reforma da previdência está em vias de ser aprovada. Vale lembrar que, mesmo com algumas desidratações já previstas em Plenário, o texto aprovado deve gerar economia duas vezes maior do que a versão final apresentada pelo governo anterior, até então vista com excelentes olhos por parte do mercado. Isso sem contar a economia esperada de ao menos R$ 200 bilhões com a MP 871 de combate às fraudes.

A partir de agora, as atenções se voltam para as perspectivas do crescimento do Brasil, tema recorrente em nossas cartas ao longo dos últimos meses. E não sem motivo: após cair quase 8% entre 2015 e 2016, o PIB cresceu a ritmo médio de 1,4% ao ano, ou apenas 0,5% quando considerados apenas os últimos quatro trimestres. A permanência desse cenário inviabiliza qualquer trajetória sustentável da dívida pública, mesmo com o endereçamento do problema previdenciário.

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Verde avança em fundo de previdência com Apple, Goldman, Google e mais 32 empresas

Matéria exclusiva com Luiz Parreiras e Luiz Godinho, para a Bloomberg

A Verde Asset Management está cortejando algumas das maiores empresas globais para o seu negócio crescente de previdência complementar.

Goldman Sachs, Morgan Stanley, Google, Apple, Netflix e outras 30 empresas estão oferecendo aos funcionários a opção de investir em fundo de previdência gerido pela Verde, segundo Luiz Ernesto Godinho, responsável pela área comercial da gestora.

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