Trabalhamos com criatividade e disciplina, com foco e abrangência para mapear as melhores oportunidades de investimento e antecipar tendências.

Dividimos com você, aqui, um pouco da forma Verde Asset Management de pensar.

Verde aposta alto nas ações brasileiras de olho em retomada

Matéria exclusiva com Pedro Sales para a Bloomberg. Por Vinícius Andrade e Felipe Marques.

O fundo Verde, que tem retorno acumulado de mais de 19.000% desde sua criação em 1997, está otimista com o mercado acionário brasileiro.

O fundo reduziu sua exposição a ações no exterior nos últimos meses e está com uma alocação em bolsa Brasil superior a 25%, um dos maiores níveis desde 2013, de acordo com Pedro Sales, sócio e gestor da estratégia de ações Brasil da Verde Asset Management. Embora afirme que os riscos relacionados à pandemia ainda não saíram do radar, ele vê a recuperação da economia ganhando força nos próximos meses.

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Verde Asset aposta em ações dos EUA

Gestor descarta bolhas e vê retomada americana mais veloz com ajuda trilionária

Entrevista exclusiva com Thiago Harada, para o Valor Econômico
Harada, da Verde: “As pessoas não vão colocar dinheiro do auxílio na bolsa

Ao olhar para o mundo em sua estratégia global de renda variável, a Verde Asset, que reúne R$ 53 bilhões em ativos, indica ter mais de um trilhão de argumentos para apontar os Estados Unidos como seu destino preferido. Mais precisamente US$ 1,9 trilhão de motivos. No geral, a casa adota uma estratégia bem clara neste momento em que a pandemia entra em diferentes estágios no mundo: investir onde a recuperação está mais rápida. E nada mais veloz para impulsionar a atividade e o consumo nos EUA do que o maior programa fiscal de auxílio já criado por um governo na história.

Além dos Estados Unidos, os gestores da Verde veem oportunidades nos países desenvolvidos, em geral, e asiáticos, deixando pouco espaço para emergentes. Ao todo, a estratégia de ações globais da casa responde por R$ 2,5 bilhões, considerando tanto os fundos dedicados à estratégia mundial quanto a alocação na carteira dos outros fundos da casa. Desse montante todo, a exposição aos Estados Unidos é aproximadamente 70%, enquanto outros 20% se voltam para a Europa e 10% para a Ásia.

No mundo inteiro, onde vamos encontrar recuperação mais rápida para a crise que estamos enfrentando? Nos países desenvolvidos. Acreditamos muito nessa recuperação cíclica, principalmente nos Estados Unidos”, diz Thiago Harada, que divide a estratégia mundial da Verde com Daniel Campion e João Julião.

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‘Queda da bolsa na pandemia foi muito exagerada’, diz gestor da Verde

Para Pedro Sales, a história de longo prazo de boa parte das empresas não mudou. A asset trabalha com uma visão positiva sobre a bolsa de valores

Uma das gestoras de recursos mais renomadas do país, a Verde Asset Management trabalha com uma visão positiva sobre a bolsa de valores. Apesar do efeito negativo da pandemia no curto prazo, na avaliação da casa, a crise não afetou o valor das empresas em um horizonte mais longo.

Tem muita gente impressionada com os níveis de preços [na bolsa] dada a incerteza que estamos vivendo na pandemia. Mas, olhando para frente, se a visão de longo prazo de uma determinada empresa não mudou, o impacto no seu valor é baixo. Para a enorme maioria das ações que acompanhamos na bolsa, a história de longo prazo não é impactada pela pandemia”, afirma Pedro Sales, gestor de ações da Verde.

Para ele, não há uma distorção entre o bom desempenho recente da bolsa e a situação ainda fragilizada da economia. Mais que isso, Sales diz haver muitas empresas na bolsa com um nível de preços bastante interessante — casos de Vale e Petrobras.

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Verde Asset vê queda de ações de tecnologia nos EUA como correção “saudável” e descarta bolha de preços

Entrevista exclusiva com João Julião, para a InfoMoney
Em entrevista, João Julião, gestor da Estratégia de Ações Globais, disse que papéis do setor não estão caros e que fundamentos das “big techs” são sólidos

O movimento recente de forte queda das ações de tecnologia, que arrastou as bolsas americanas para baixo, não deve assustar o investidor. Pode, inclusive, ser uma oportunidade para reforçar posições consistentes da carteira.

Essa foi a tática adotada pela Verde Asset, conta João Julião, gestor da estratégia de ações globais da casa comandada por Luis Stuhlberger.

Com uma visão de que o movimento foi um ajuste técnico e de que os fundamentos de grandes empresas como Apple, Amazon, Facebook, Microsoft e Google são sólidos, Julião descarta a visão de uma “bolha” de preços no mercado americano, em comparação ao que foi visto cerca de 20 anos atrás com as ações de empresas de internet.

“Vemos que o fundamento está lá, diferentemente da bolha de 2000, e os preços/lucros estão bem justificados, pela estabilidade dessas empresas, que são “Triple A”, de muita qualidade”, afirmou o gestor, em entrevista ao InfoMoney. “Nossa conclusão, por ora, é que não é uma bolha.”

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A carteira do Verde no Brasil pós-covid

Entrevista exclusiva com Pedro Sales, para o Brazil Journal
Pedro Sales, nosso gestor da Estratégia de Ações Brasil, em entrevista concedida ao Brazil Journal, de Geraldo Samor

Nem mega bullish, nem coveiro antes da hora: com o S&P na máxima histórica e o Ibovespa próximo dos níveis pré-covid, o fundo Verde hoje tem 30% de sua carteira em ações (20% Brasil e 10% no exterior, majoritariamente EUA.)

Historicamente, quando Luis Stuhlberger está pessimista sua posição em Bolsa cai para 15%; quando está otimista chega a 40%. (Os dois pontos fora da curva foram no auge da crise da Dilma, quando a posição chegou a ser zero; e na implosão do mercado pós-covid, quando foi para quase 60%).

Stuhlberger tem dito que o mercado não está dando o devido valor para a fragilidade da economia brasileira. Por outro lado, “o Brasil está passando por uma transformação de juros enorme — muito maior do que lá fora,” diz Pedro Sales, o head de ações da Verde. Se o País conseguir manter o equilíbrio fiscal, ele acha que este será um fenômeno de longo prazo.

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Verde participa da live do Valor Investe

Pedro Sales, nosso gestor da Estratégia de Ações Brasil, participa da live do Valor Investe.

“Dado que há pouca visibilidade durante as crises, evite bancar o herói e focar nas ações que podem subir se as coisas derem certo. O ideal é construir um portfólio que navegue bem em qualquer cenário

Confira na íntegra o bate-papo entre Pedro Sales, nosso gestor da Estratégia de Ações Brasil, e a editora-assistente do VI, Daniele Camba, na live do Valor Investe, sobre o cenário atual da bolsa brasileira diante da crise do coronavírus.

A transmissão está disponível no canal do Valor Investe no Youtube. Clique aqui para assistir.

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Petrobras versus Vale e aquela velha ameaça sobre B3

Pedro Sales, da Verde Asset, e César Paiva, da Real Investor, debatem sobre Vale, Petrobras, uso do caixa e muitos outros papéis.

Confira o podcast #51 Petrobras versus Vale e aquela velha ameaça sobre B3 que contou com a participação do nosso gestor da Estratégia de Ações Brasil, Pedro Sales, além de César Paiva, da Real Investor.

Para conferir a visao de Pedro Sales e suas teses de investimento, clique aqui.

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Por que sua carteira de ações precisa começar a viajar e falar inglês?

Se você ainda não está olhando para o mercado internacional de ações, é melhor rever sua carteira.

Confira o podcast #50 De Disney a Dominos: abrimos as carteiras dos stock pickers globais que contou com a participação do nosso gestor da Estratégia de Ações Globais, Thiago Harada, além de Gustavo Aranha, da Geo Capital e Roberto Tepperman, da Legg Mason.

Se você já está atento às ações internacionais, ouça também, pois os três abriram suas carteiras e revelaram suas teses de investimento e carteiras atuais.

Clique aqui para ouvir.

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Verde aposta em varejo e saúde na bolsa brasileira

Matéria exclusiva com Pedro Sales, para a Bloomberg

No auge da recessão brasileira, Pedro Sales estava com uma pilha de dinheiro no caixa de seus fundos de ações.

“A gente tinha um grau de convicção alto de que o fiscal era insolúvel e os fundos de ações chegaram a ter só 50% de exposição líquida no auge da crise, algo totalmente fora da curva” disse Sales, 42, sócio e gestor da estratégia de ações brasileiras da Verde Asset Management. Com o país se distanciando cada vez mais do desastre e a bolsa subindo cerca de 190% desde a mínima em dez anos de 2016, Sales deixou a defesa de lado e voltou a apostar pesado na bolsa do Brasil — seu único arrependimento é não ter feito isso antes.

“Mesmo com toda a valorização que bolsa já teve, a gente ainda encontra várias ações com preços muito interessantes”, disse Sales, em uma entrevista no escritório da Bloomberg em São Paulo.

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É prematuro falar em recessão, diz Verde

Matéria exclusiva com Pedro Sales, para o Valor Econômico
Pedro Sales, gestor de ações da Verde Asset: ambiente de juro muito baixo representa risco em caso de ajuste. Foto: Claudio Belli/Valor

O Brasil do juro baixo e das reformas está em posição privilegiada para enfrentar o risco de maior enfraquecimento global e deve se beneficiar do excesso de liquidez no mundo. Apesar da forte correção recente das ações brasileiras, fruto da piora na aversão ao risco no exterior, não faz sentido apostar em recessão e transformar esses impactos de curto prazo no “novo normal”, porque a Selic reduzida ainda dá suporte ao investimento na bolsa. A opinião é de Pedro Sales, gestor de estratégia de ações para o Brasil da Verde Asset.

O estrangeiro não se animou com o Brasil, mas dizer que vai se iniciar uma crise é um pouco forte. Não quero dizer que simplesmente não vai acontecer, mas qualquer leitura baseada em prazo mais curto não funciona”, afirma Sales, ao Valor.

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Este conteúdo foi preparado pela Verde Asset Management S.A., bem como suas sociedades afiliadas (conjuntamente “Verde”), tem caráter meramente informativo e não deve ser entendido como análise de valor mobiliário, material promocional, solicitação de compra ou venda, oferta ou recomendação de qualquer ativo financeiro ou investimento, sugestão de alocação ou adoção de estratégia de investimento por parte dos destinatários. As informações referem-se às datas e condições mencionadas e não serão atualizadas. Os cenários apresentados podem não se refletir nas estratégias dos diversos fundos e carteiras geridos pela Verde. Aos investidores é recomendada a leitura cuidadosa de lâminas, prospectos e/ ou regulamentos ao aplicar seus recursos. A Verde não se responsabiliza por erros, omissões ou pelo uso destas informações. Este material foi preparado com base em informações públicas, dados desenvolvidos internamente e outras fontes externas. A Verde não garante a veracidade e integridade das informações e dados ou que os mesmos estão livres de erros ou omissões. Recomendamos uma consulta às fontes mencionadas para maiores informações. As análises aqui apresentadas não pretendem conter todas as informações relevantes que um investidor deve considerar e, dessa forma, representam apenas uma visão limitada do mercado. As estimativas, conclusões, opiniões, sugestões de alocação, projeções e hipóteses apresentadas não constituem garantia ou promessa de rentabilidade e resultado ou de isenção de risco pela Verde. Ao investidor cabe a responsabilidade de informar-se sobre eventuais riscos previamente à tomada de decisão sobre investimentos. Este conteúdo não deve substituir o julgamento independente dos investidores. A Verde não se responsabiliza por danos oriundos de erros, omissões ou alterações nos fatores de mercado nem pelo uso das informações aqui contidas. Este conteúdo não pode ser copiado, reproduzido ou distribuído sem a prévia e expressa concordância da Verde.