Trabalhamos com criatividade e disciplina, com foco e abrangência para mapear as melhores oportunidades de investimento e antecipar tendências.

Dividimos com você, aqui, um pouco da forma Verde Asset Management de pensar.

This time is different! Será?

Por Gestão Verde AM

Não resta dúvida que “this time is different” é uma das frases mais perigosas na gestão de portfólio. Por outro lado, assumir que tudo permanece igual, sempre, pode ser igualmente arriscado.

Nosso papel é buscar sempre uma visão correta da realidade, sem dogmas, e estar preparados para aceitar um cenário diferente daquele ao qual estamos acostumados.

O comportamento atual da taxa de juros no Brasil merece uma análise mais detalhada.

Durante boa parte das últimas décadas, os juros no Brasil apresentaram um comportamento tipicamente “pró-cíclico” no que diz respeito a choques externos. Uma perturbação internacional gerava uma depreciação da taxa de câmbio, queda da bolsa e aumento do nível dos juros.

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É prematuro falar em recessão, diz Verde

Matéria exclusiva com Pedro Sales, para o Valor Econômico
Pedro Sales, gestor de ações da Verde Asset: ambiente de juro muito baixo representa risco em caso de ajuste. Foto: Claudio Belli/Valor

O Brasil do juro baixo e das reformas está em posição privilegiada para enfrentar o risco de maior enfraquecimento global e deve se beneficiar do excesso de liquidez no mundo. Apesar da forte correção recente das ações brasileiras, fruto da piora na aversão ao risco no exterior, não faz sentido apostar em recessão e transformar esses impactos de curto prazo no “novo normal”, porque a Selic reduzida ainda dá suporte ao investimento na bolsa. A opinião é de Pedro Sales, gestor de estratégia de ações para o Brasil da Verde Asset.

O estrangeiro não se animou com o Brasil, mas dizer que vai se iniciar uma crise é um pouco forte. Não quero dizer que simplesmente não vai acontecer, mas qualquer leitura baseada em prazo mais curto não funciona”, afirma Sales, ao Valor.

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“PIB do Brasil ainda não mostra seu potencial”, diz Luis Stuhlberger

Matéria exclusiva com Luis Stuhlberger, para o Jornal Estadão
Para Stuhlberger, coisas importantes, que podem trazer bons impactos, estão acontecendo no País na área econômica. Foto: Iara Morselli/ Estadão

Luis Stuhlberger, dono da Verde Asset Management e gestor do maior fundo multimercado do Brasil, mostra estar surpreso com o que vem acontecendo no Brasil na área econômica. Segundo ele, se fosse perguntado, há seis meses, sobre as chances de o governo aprovar uma reforma da Previdência com economia para os cofres públicos perto de R$ 1 trilhão, diria que a probabilidade era zero. Para o gestor, também “foi um milagre” a privatização da BR Distribuidora ter acontecido “sem greve, sem bloqueio de entrada”, uma evidência de que “coisas importantes” estão acontecendo na economia brasileira, apesar do estresse recente do mercado.

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“Posição do Brasil no ciclo econômico é muito favorável”

Matéria exclusiva com Daniel Leichsenring, para o Valor Econômico
Daniel Leichsenring: “Controle do gasto público permite que o Brasil tenha juros civilizados por um período prolongado”. Foto: Cláudio Belli/Valor Econômico

O economista-chefe da Verde Asset Management, Daniel Leichsenring, está otimista com as perspectivas para a demanda doméstica brasileira no restante deste ano e no próximo. Para ele, empresas e famílias já ajustaram o seu nível de endividamento, há sinais importantes de melhora do crédito, como se vê pelo aumento das operações no mercado de capitais e nos empréstimos bancários para pessoas físicas, e os juros deverão cair mais e permanecer em níveis baixos por um período prolongado.

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“Estamos otimistas com o ritmo da atividade econômica neste e no próximo ano.”

Por Gestão Verde AM

Relatório de Gestão do Fundo Verde – Junho/19

Após um período marcado por muito ruído, a reforma da previdência está em vias de ser aprovada. Vale lembrar que, mesmo com algumas desidratações já previstas em Plenário, o texto aprovado deve gerar economia duas vezes maior do que a versão final apresentada pelo governo anterior, até então vista com excelentes olhos por parte do mercado. Isso sem contar a economia esperada de ao menos R$ 200 bilhões com a MP 871 de combate às fraudes.

A partir de agora, as atenções se voltam para as perspectivas do crescimento do Brasil, tema recorrente em nossas cartas ao longo dos últimos meses. E não sem motivo: após cair quase 8% entre 2015 e 2016, o PIB cresceu a ritmo médio de 1,4% ao ano, ou apenas 0,5% quando considerados apenas os últimos quatro trimestres. A permanência desse cenário inviabiliza qualquer trajetória sustentável da dívida pública, mesmo com o endereçamento do problema previdenciário.

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‘Brasil não aprendeu absolutamente nada com a crise econômica’

Matéria exclusiva com Daniel Leichsenring, para o jornal Valor Econômico
Daniel Leichsenring: “Brasil é uma sociedade que falhou retumbantemente em melhorar a perspectiva econômica”. Foto: Ana Paula Paiva/Valor Econômico

O Brasil não aprendeu “absolutamente nada” com a grave crise econômica que fez o PIB encolher 3,5% em 2015 e outros 3,5% em 2016, diz o economista-chefe da Verde Asset Management, Daniel Leichsenring. “Nós desperdiçamos uma crise e não conseguimos nem sequer tirar lições dela”, afirma ele, ao comentar as dificuldades que o próximo presidente deverá ter para tentar resolver o conflito distributivo. A sensação dominante parece ser a de que “o Estado vai prover tudo”, segundo Leichsenring.

O economista cita o caso da greve dos caminhoneiros, ocorrida em maio, que provocou desabastecimento, afetando a produção e o comércio. O que mais lhe chamou a atenção não foi a paralisação em si, mas o apoio de uma fatia enorme da população ao movimento – 87% dos entrevistados por pesquisa do Datafolha disseram concordar com a greve. “Isso é
absolutamente inacreditável. As pessoas foram afetadas no seu dia a dia, não conseguiram se locomover, tiveram desabastecimento, houve uma série de problemas e ainda assim a população apoia”, afirma ele. “O ambiente no país está tão inóspito que as pessoas aprovam qualquer coisa que na cabeça delas signifique algum tipo de demonstração contra o governo, contra o establishment.”

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Stuhlberger: sem risco eleitoral, dólar custaria R$ 3,70 e juros futuros estariam perto de 10%

Matéria exclusiva com Luis Stuhlberger, para o portal Seu Dinheiro
Se convergirmos para uma situação normal de temperatura e pressão, em que os fundamentos da economia predominam sobre o estresse político, é para aí que os dois ativos deveriam caminhar. Foto: Murillo Constantino/Seu Dinheiro

Até mesmo Luis Stuhlberger, gestor do renomado fundo Verde, levou uma rasteira do dólar em 2018 – logo no ativo em que o gestor mais ganhou dinheiro ao longo de sua história. Na carta de abril, a equipe estimava que a moeda americana ficaria até agosto por volta de R$ 3,30 a R$ 3,60. O mês fechou, entretanto, com dólar acima de R$ 4.

Cenário eleitoral à parte, considerados os fundamentos da economia, onde estariam os juros e o câmbio? E onde eles devem estar estruturalmente? Para o gestor do Verde, em patamares menos estressados, segundo disse nesta conversa com o Seu Dinheiro.

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Stuhlberger está comprando NTN-Bs e ações brasileiras. O que o gestor do Verde diria se fosse Eric Clapton?

Matéria exclusiva com Luis Stuhlberger, para o portal Seu Dinheiro
Luis Stuhlberger, gestor do fundo Verde: “Tem coisa ruim demais refletida nos preços de hoje”. Foto: Murillo Constantino/Seu Dinheiro

I still do” – é o nome do álbum mais recente de Eric Clapton, que ele lançou aos 71 anos. Luis Stuhlberger é um fã. O gestor do famoso fundo Verde esteve no show do Hyde Park, em Londres, em julho, e gravou no celular seu momento favorito: a melancólica “Wonderful Tonight“.

Não têm sido tempos fáceis para o deus brasileiro da gestão. Stuhlberger se martiriza pelos 4 pontos percentuais de retorno que deixou na mesa por ter carregado, ao longo do ano passado, a tese de fortalecimento do dólar e desvalorização da moeda chinesa. “Foi das coisas mais tristes que eu passei na vida como gestor”, disse para mim em meio a uma conversa de duas horas.

As teses se realizaram. Em 2018. “Neste ano, tudo que eu previ aconteceu e eu não tinha mais a porra da posição”.

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1ª Edição do Verde Day

Por Artur Wichmann e Daniel Leichsenring

No dia 30 de agosto aconteceu a 1ª Edição do Verde Day. Evento idealizado há tempos com o objetivo de compartilhar o conhecimento gerado e acessado pela Verde AM no seu dia-a-dia de gestão dos fundos.

Foi uma manhã de painéis muito interessantes, em que nosso time de gestão e palestrantes externos discorreram sobre assuntos que estão no centro das teses de construção de portfólio na Verde.

Claudio Lottenberg, presidente do grupo UnitedHealth no Brasil, abordou a questão da saúde e seus principais desafios. David Veléz, CEO do Nubank, uma das mais inovadoras e bem-sucedidas fintechs no Brasil, falou sobre inovação e a trajetória da empresa. O Professor Marco Aurelio Ruediger, Diretor de Análise de Políticas Públicas da FGV, observou o impacto da mídia social nas eleições e concluímos com o Presidente Fernando Henrique Cardoso apresentando sua visão sobre política no Brasil e mundo.

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‘Está difícil ser pessimista com o Brasil’, diz o gestor da estratégia multimercado Luiz Parreiras

Matéria exclusiva com Luiz Parreiras, para o jornal Estadão
“Nossa visão de longo prazo é mais cética. Para crescer mais de 2,5% ao ano por um período longo, é preciso fazer reformas”. Foto: Hélvio Romero/Estadão

Uma mudança de diagnóstico sobre a economia brasileira provocou uma guinada na Verde Asset Management, que tem R$ 33 bilhões em ativos sob gestão. A gestora, que expôs, nos últimos anos, uma visão negativa sobre ativos domésticos a partir de declarações do sócio fundador Luis Stuhlberger, está, agora, otimista com o cenário econômico para o Brasil, ao menos de curto prazo. “Está difícil construir um argumento muito pessimista em relação ao crescimento do País hoje”, disse o estrategista da gestora, Luiz Parreiras.

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