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‘Acreditei e votei no Bolsonaro em 2018, mas ele nunca mais terá o meu voto’, diz Luis Stuhlberger

Gestor do Fundo Verde vê pouca chance de uma 3ª via em 2022 e diz que polarização já se reflete nos preços dos ativos

Entrevista exclusiva com Luis Stuhlberger, para o Estadão
Para Luis Stuhlberger, o custo do atraso na vacinação no Brasil chega a uma perda de R$ 130 bilhões a R$ 140 bilhões no PIB. Foto: Hélvio Romero/Estadão

O icônico episódio em que a possibilidade de investir no Fundo Verde se esgotou em menos de dois minutos no Itaú Unibanco, em fevereiro, teve nome e sobrenome como causa. É Luis Stuhlberger, o gestor que conseguiu rentabilidade acumulada de 18.681% desde que o Verde foi criado, em 1997, enquanto a valorização do CDI, usado como parâmetro de comparação, foi de 2.230%. Um dos principais méritos para esses resultados foi o fato de Stuhlberger ter sabido ler, com precisão acima da média, os movimentos políticos e econômicos do País, marcados por muitas incertezas, ano após ano. E, evidentemente, ganhar dinheiro em cima disso.

Quem acompanha os trabalhos da Verde Asset, hoje com R$ 52 bilhões sob gestão, não deve ter estranhado a assinatura de Stuhlberger na carta dos economistas, divulgada no fim de semana passado. Nela, mais de 1,7 mil economistas, empresários e banqueiros pedem medidas efetivas no combate à pandemia – com críticas muito duras ao governo federal. A mais recente carta do Verde a seus cotistas, de fevereiro, tinha exatamente o mesmo tom.

Escolhas têm consequências“, começa o texto do Verde, que critica a opção do governo por não ter tomado as iniciativas mais baratas de combate à pandemia, nem ter se antecipado à compra de vacinas. Também questiona o Congresso, que expande gastos públicos e ameaça a manutenção dos juros baixos. Bem como a população, pela falta de solidariedade e o desrespeito ao isolamento, mesmo quando poderia fazê-lo.

Essa é uma visão muito pessoal minha, mas no ato em que subscrevi a carta pensei: ‘com essa assinatura, estou dizendo que votei em você (Bolsonaro) no primeiro turno em 2018, acreditei na sua proposta, mas você não vai ter mais o meu voto. Nunca mais“, disse Stuhlberger.

Segundo ele, se fosse analisar a carta dos economistas, a conversa duraria cinco segundos. “Ela é óbvia por si só e o que tenho a acrescentar ao que está escrito é nada”, diz. “Ela é completa, é longa, traz a referência de onde saíram os números. Se falasse algo, seria chover no molhado.” Resolveu, então, fazer uma leitura pessoal e uma reflexão sobre os 12 meses de pandemia, o que o País perdeu e suas perspectivas daqui para frente.

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Luis Stuhlberger participa da LAIC – Latin America Investment Conference 2021

Nosso CEO e CIO e gestor do Fundo Verde, participa hoje de painel em evento realizado pelo Credit Suisse.

Acompanhe hoje a participação de Luis Stuhlberger na LAIC – Latin America Investment Conference 2021.

O gestor do Fundo Verde e CEO e CIO da Verde AM se juntará a Rogério Xavier, da SPX Capital, no painel Hedge funds: will we have a speedy recovery in 2021?, marcado para as 18h30. O evento virtual é promovido pelo banco Credit Suisse.

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Luis Stuhlberger participa da Live do Valor

Visões do gestor e perspectivas para 2021

O CEO e CIO da Verde Asset, Luis Stuhlberger, foi o entrevistado da Live do Valor. Um dos gestores mais incensados do mercado de fundos brasileiro por sua atuação à frente do fundo multimercado Verde, Stuhlberger fez uma apresentação sobre o fechamento deste ano de pandemia e as perspectivas para 2021, além de suas visões atuais sobre os mercados.

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Luis Stuhlberger e Luiz Parreiras participam de live do prêmio “Melhores da Bolsa 2020”

Nosso gestor do Fundo Verde e CEO e CIO, Luis Stuhlberger, e nosso gestor da Estratégia Multimercado e Previdência, Luiz Parreiras, participam de painel em evento online promovido pela InfoMoney e Stock Pickers.

A visão da Verde sobre o mercado pós-crise é o tema do painel de Luis Stuhlberger e Luiz Parreiras, mediado por Thiago Salomão e Renato Santiago, na programação de lives do prêmio Melhores da Bolsa 2020, promovido pela InfoMoney e Stock Pickers.

O evento, que acontece entre os dias 24 e 26 de novembro, reúne apresentações de grandes gestores de fundos e CEOs das melhores empresas da Bolsa, destacadas na lista elaborada pelo site em parceria com a Economatica e o Ibmec.

A participação dos gestores da Verde, que contempla a análise dos principais tópicos do cenário atual e o desempenho do mercado de ações, será hoje, às 18h.

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Luis Stuhlberger participa da live realizada por Luciana Seabra

Nosso gestor do Fundo Verde e CEO e CIO da Verde AM, Luis Stuhlberger, participa da live realizada por Luciana Seabra, CEO da Spiti.

Luis Stuhlberger, gestor do Fundo Verde e CEO e CIO da Verde AM, conversa com a analista Luciana Seabra, CEO da , sobre as principais questões do cenário atual, como os desafios fiscais do Brasil e as eleições americanas.

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Luis Stuhlberger e Luiz Parreiras foram os convidados do quarto episódio da série de podcasts “Pregões que fizeram história”, da InfoMoney

Luis Stuhlberger e Luiz Parreiras relembram a história da maxidesvalorização do real em 1999.
O quarto episódio faz parte da série de podcasts “Pregões que fizeram história”, apresentado por Anderson Figo.

Contexto: 14/01/1999 — O começo do ano de 1999 foi marcado por um período de desvalorização do real. A mudança no regime cambial nacional (fim do regime de bandas para câmbio flutuante) fez com que o Banco Central fosse obrigado a negociar dólares no mercado futuro, aumentando a quantidade de moeda americana nos nossos cofres e contribuindo para a queda do valor das ações da Bolsa de Valores. Por isso, nos dias 13 e 14 de janeiro de 1999, a B3 precisou interromper suas atividades, realizando dois circuit breakers. No dia 13, o Ibovespa caiu 5,04%. No dia 14, a baixa foi de 9,97%. Já no dia 15 houve uma forte correção, e o índice disparou 33,40%.

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Luis Stuhlberger: a trajetória do gestor de 17.550%

1ª participação da Verde AM em podcast com Luis Stuhlberger e Luiz Parreiras no Stock Pickers, de Thiago Salomão
Um dos maiores gestores do Brasil finalmente vem ao Stock Pickers

Se você acha que o Brasil é difícil hoje, não tem ideia do que era no início dos anos 1980. 

Nas palavras de Luis Stuhlberger, da Verde Asset, um dos gestores de maior sucesso da história do país, o cenário era o seguinte: o Brasil não tinha reservas cambiais, a Petrobras não produzia nem a metade do petróleo que precisávamos e uma quantidade muito grande de pessoas não conseguia nem ir para a escola primária. Tudo isso era regado a crises monetárias frequentes e uma inflação crônica.

Naquela época, quando o então jovem engenheiro Stuhlberger começava sua carreira no mercado financeiro, se falava muito da economia brasileira como se ela fosse um bolo. “Primeiro vamos fazer o bolo crescer, depois distribuir” era a ideia que o governo propagava. Depois, com a Constituinte de 1988 e o modelo passou a ser o oposto: primeiro prometer um pedaço do bolo para cada um, depois fazê-lo crescer.

“Hoje temos um modelo intermediário entre fazer o bolo crescer e distribuir e o contrário, de distribuir e depois fazer crescer. Vivemos um meio termo, houve reformas, e agora vamos crescer com as nossas próprias pernas”, afirma Stuhlberger.

Dos anos 1980 ao 32º episódio do Stock Pickers, Stuhlberger se tornou um dos maiores gestores da história do Brasil. Seu fundo, o Verde, rendeu nos seus 23 anos de história incríveis 17.550% ou 8 vezes o CDI do período, e com incrível resiliência: o Verde teve rentabilidade anual negativa em apenas um dos 23 anos de existência — foi em 2008 (-6,4%), auge da crise do subprime.

Para ouvir como foi a 1ª participação da Verde AM em podcast, clique aqui.

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“Não sei.” Soros, Stuhlberger e a humildade num mundo de juros negativos.

Por Artur Wichmann

Em meados de 2009, Luis Stuhlberger e eu tivemos uma reunião com David Modest, que trabalhava no Soros Fund Management. Ao final da reunião veio a pergunta: “será que o Luis não poderia ir a Nova York conversar com o Soros?”

O pano de fundo era o seguinte: o mundo havia passado em 2008 pela pior crise do capitalismo. Somente a Grande Depressão de 29 havia sido mais drástica. Pior: a economia global claudicava em direção a uma recuperação tímida. O vigor de recuperações passadas parecia distante. A deflação era vista como um risco real.

Alguns meses depois estávamos em NY, no escritório de Soros na Rua 55. Tenho que confessar uma certa ansiedade em relação a esse encontro. Minha determinação firme era não abrir a boca, sumir na paisagem e só absorver todo o conhecimento que seria gerado. Retirei da estante minha cópia do “The Logic of Scientific Discovery”, do Karl Popper e dei uma revisada. Sabia da admiração do Soros pelo autor e não queria correr o risco de perder alguma referência que ele pudesse fazer.

Às 10 em ponto o Soros entra na sala. Cumpridas as devidas formalidades, começa um dos debates mais memoráveis que já presenciei: expansão de balanços de bancos centrais, crise do euro, limitações do modelo de desenvolvimento brasileiro, China…

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“É preciso ‘criar escala’ na filantropia”, diz gestor financeiro

Matéria exclusiva com Luis Stuhlberger, para a coluna Direto da Fonte do Jornal Estadão
CEO da Verde Asset Management relata como vem implantando gestão profissional em Ongs ligadas ao apoio social, fortalecendo a filantropia e ampliando os resultados para os beneficiados Foto: Iara Morselli/ Estadão

Foi em 2003 que o executivo Luis Stuhlberger e alguns colegas na gestora de recursos Hedging-Griffo se deram conta de que entidades do mundo financeiro não tinham prática de fazer filantropia. Entendiam que era importante “devolver à sociedade um pouco do que tiveram a sorte de ter” – e a ideia que daí surgiu foi criar um instituto que não teria projetos próprios, mas seria o gestor de projetos de outras instituições.

A missão seria “ampliar a escala, beneficiar mais gente com os mesmos recursos”, pondo em prática “uma filantropia com gestão pautada pela eficiência”. Olhando o cenário da área social, o executivo definiu um propósito: “Poderíamos assim ajudar a dar escala para quem faz bem feito e, às vezes, não tem funding para ampliar seu alcance.”

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“PIB do Brasil ainda não mostra seu potencial”, diz Luis Stuhlberger

Matéria exclusiva com Luis Stuhlberger, para o Jornal Estadão
Para Stuhlberger, coisas importantes, que podem trazer bons impactos, estão acontecendo no País na área econômica. Foto: Iara Morselli/ Estadão

Luis Stuhlberger, dono da Verde Asset Management e gestor do maior fundo multimercado do Brasil, mostra estar surpreso com o que vem acontecendo no Brasil na área econômica. Segundo ele, se fosse perguntado, há seis meses, sobre as chances de o governo aprovar uma reforma da Previdência com economia para os cofres públicos perto de R$ 1 trilhão, diria que a probabilidade era zero. Para o gestor, também “foi um milagre” a privatização da BR Distribuidora ter acontecido “sem greve, sem bloqueio de entrada”, uma evidência de que “coisas importantes” estão acontecendo na economia brasileira, apesar do estresse recente do mercado.

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