Trabalhamos com criatividade e disciplina, com foco e abrangência para mapear as melhores oportunidades de investimento e antecipar tendências.

Dividimos com você, aqui, um pouco da forma Verde Asset Management de pensar.

Verde Week 2021

A Verde Week 2021 foi um sucesso. Marcada por encontros muito interessantes sobre os mais diversos temas de mercado, desde novas tecnologias e inovações aos impactos da pandemia no mundo e Brasil e como o Fundo Verde se posiciona para isso.

Foram quatro painéis com os gestores da Verde, Luis Stuhlberger, Luiz Parreiras, Pedro Sales, João Julião, Daniel Leichsenring e, os convidados especiais, Martin Escobari (General Atlantic), Fabien Mendez (Loggi) e Marcelo Sampaio (Hashdex).

E para quem não conseguiu acompanhar alguma das lives, o conteúdo estará disponível até o dia 16/07 na plataforma do evento e em nosso canal do Youtube.

Plataforma da Verde Week: clique aqui.

Youtube da Verde: clique aqui.

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2ª edição do Verde Mulheres

A Verde reuniu profissionais de destaque em suas áreas de atuação e deu voz às suas trajetórias em um evento online no dia 08/03.

Deborah Oliveira, economista Sênior Internacional da Verde; Débora Garofalo, coordenadora do Centro de Inovação da Educação de SP; e Marília Rocca, CEO do Grupo Hinode, conversaram sobre macroeconomia global, educação 4.0 e empreendedorismo no Brasil, respectivamente.

As conversas foram conduzidas pelos representantes da Verde: Angelica Miranda, do time de RI; Eleonora Cypel, diretora e sócia-fundadora; Pedro Sales, gestor da Estratégia de Ações Brasil; e Isabel Aché Pillar, diretora do Instituto CSHG.

Um ambiente mais diverso, especialmente em opiniões, contribui para construção de empresas e mercados de excelência. Compartilhar histórias de conquistas foi nosso objetivo em comemoração ao Dia Internacional da Mulher.

Para a Verde, garantir a presença feminina no time confere um olhar diferenciado nos investimentos, na tomada de decisão e na condução da gestora.

“Acreditamos que a diversidade, composição de ideias e pontos de vista complementares é o que pode nos levar cada vez mais longe, tendo um olhar mais amplo e profundo sobre os diferentes temas do nosso dia a dia”, contou Eleonora Cypel durante um dos painéis.

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Verde Asset vê queda de ações de tecnologia nos EUA como correção “saudável” e descarta bolha de preços

Entrevista exclusiva com João Julião, para a InfoMoney
Em entrevista, João Julião, gestor da Estratégia de Ações Globais, disse que papéis do setor não estão caros e que fundamentos das “big techs” são sólidos

O movimento recente de forte queda das ações de tecnologia, que arrastou as bolsas americanas para baixo, não deve assustar o investidor. Pode, inclusive, ser uma oportunidade para reforçar posições consistentes da carteira.

Essa foi a tática adotada pela Verde Asset, conta João Julião, gestor da estratégia de ações globais da casa comandada por Luis Stuhlberger.

Com uma visão de que o movimento foi um ajuste técnico e de que os fundamentos de grandes empresas como Apple, Amazon, Facebook, Microsoft e Google são sólidos, Julião descarta a visão de uma “bolha” de preços no mercado americano, em comparação ao que foi visto cerca de 20 anos atrás com as ações de empresas de internet.

“Vemos que o fundamento está lá, diferentemente da bolha de 2000, e os preços/lucros estão bem justificados, pela estabilidade dessas empresas, que são “Triple A”, de muita qualidade”, afirmou o gestor, em entrevista ao InfoMoney. “Nossa conclusão, por ora, é que não é uma bolha.”

Para ler a matéria na íntegra, clique aqui.

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Expansão dos EUA não vai morrer de velhice, diz gestor global da Verde, que está comprando bolsa americana

Matéria exclusiva com Artur Wichmann, para o portal Seu Dinheiro
Artur Wichmann, gestor de ações globais da Verde, está animado com uma mudança estrutural de paradigma trazida pela tecnologia, que deve mudar a nossa forma de investir

Ele é os olhos para fora do Verde, o mais famoso multimercados brasileiro. E está na contramão das preocupações com o fim de um ciclo positivo para a economia americana. Para Artur Wichmann, uma expansão não morre de velha: são necessários problemas, como excesso de alavancagem, de forma geral ausentes hoje no país.

Alheio às quedas recentes e apegado aos fundamentos, Wichmann mantém uma seleção de ações listadas na bolsa americana no portfólio, de olho no longo prazo: “A gente não acredita que vai haver uma queda muito clara de geração de caixa das empresas norte-americanas”, disse para mim em uma conversa exclusiva no escritório da Verde em São Paulo.

Para ler a matéria na íntegra, clique aqui.

Confira também a outra entrevista com Artur Wichmann sobre como os avanços tecnológicos devem mudar a forma de investir em ações no portal Seu dinheiro. Clique aqui.

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Tecnologia e o Mundo dos Investimentos

Por Artur Wichmann

Aqueles que seguem a trajetória da Verde já devem saber que algumas das características mais marcantes que buscamos imprimir em nossa empresa são o foco no longo prazo e a busca contínua por novas formas ou novos prismas sob os quais podemos analisar o mundo.
O debate é constante, intenso e muitas vezes acalorado. Denota uma preocupação enorme em não olhar o mundo de uma perspectiva estática, monolítica, questionando todas as hipóteses de investimento o tempo todo.
Isso nos leva ao tema dessa carta: tecnologia e como/se devemos mudar nossa forma de ver o mundo à luz dos desenvolvimentos tecnológicos recentes (spoiler alert: SIM, DEVEMOS).
Um termo será recorrente: Disruption: a mudança abrupta de modelos de negócio. Empresas que em alguns casos operavam há décadas sem ter sua liderança questionada, subitamente se encontram vulneráveis, perdendo mercado de forma acelerada.
Vamos tentar demostrar ao longo deste texto que a velocidade de mudança tecnológica está aumentando com base no custo cadente de novas tecnologias. Isso faz as tradicionais barreiras à entrada cairem drasticamente, levando as empresas de resposta lenta a perder valor com rapidez. Como diria o ex-CEO da GE Jack Welch: “If the change on the outside is greater than the change on the inside the end is near”.

Essa “Disruption” ou mudança rápida significa que mesmo aqueles que nunca investiram um centavo em ações de tecnologia possuem um risco tecnológico relevante em seu portfólio, quer saibam, quer não. Não reconhecer isso pode ter consequências graves.

Para continuar lendo, clique aqui.

To read the text in english, click here.

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